Seis espécies de rãs supostamente extintas são encontradas no Haiti.

Seis espécies de rãs nativas do Haiti, que os cientistas acreditavam extintas há mais de 20 anos, foram achadas na selva tropical do país, anunciaram especialistas americanos.

Membros da organização privada americana de preservação das espécies, a Conservação Internacional (CI), e do Grupo de Especialistas em Anfíbios (ASG) informaram que as rãs foram descobertas durante uma expedição em outubro.

Os cientistas exploravam uma remota zona montanhosa no sudoeste do Haiti liberados por Robin Moore, o especialista em anfíbios da ASG.

Um dos principais objetivos desta expedição era encontra a rã Eleutherodactylus glanduliferoides, que não era vista há mais de 25 anos, e fazer uma avaliação das populações de muitas das outras 48 espécies de anfíbios específicas do Haiti.

Os especialistas não acharam rã que buscavam, mas encontraram seis espécies que acreditavam desaparecidas, como a conhecida como “Rã de Mozart” (E. Amadeus), que deve seu nome aos sons que emite parecidos com notas musicais.

Além disso, os ambientalistas acharam a “rã ventrílocua de Hispaniola” (E. dolomedes), a “rã das glândulas campainha” (E. glandulifera), caracterizada por seus excepcionais olhos azul safira, e a “Macaya manchada” (E. thorectes), que, com 1,51 cm, é uma das menores rãs do mundo.

Também encontraram a “Hispaniolana coroada” (E. Corona) e a “Macaya buraqueira” (E. parapelates), espetacular com seus grandes olhos negros e manchas brilhantes de cor laranja na coxas.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 30/01/2011 at 21:51  Deixe um comentário  

Suplemento alimentar pode aliviar sintomas da TPM, diz estudo.

O fim da tensão pré-menstrual (TPM) pode estar mais próximo. Um estudo feito pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) renova a esperança de quem convive com o problema. Segundo os pesquisadores, ingerir uma cápsula de ácidos graxos por dia é capaz de reduzir em mais da metade os sintomas.

Os ácidos graxos são um tipo de gordura essencial para o organismo, mas não são produzidos pelo corpo humano. Estão presentes em quantidade reduzida em alimentos como peixes, óleos de linhaça, de fígado e de bacalhau. Por isso, alguns médicos os recomendam em forma de suplemento na dieta.

Participaram do estudo 120 mulheres entre 17 e 37 anos diagnosticadas com o problema. Elas foram acompanhadas durante oito meses: dois antes do início do tratamento e seis durante a ingestão das cápsulas. Um grupo recebeu uma pílula com 1 grama de ácidos graxos, outro recebeu 2 gramas e o terceiro tomou placebo. Além disso, diariamente as voluntárias preenchiam uma escala de marcadores para descrever a intensidade dos sintomas.

Ao final do período, todos os grupos tiveram melhora, sem apresentar alteração nos níveis de colesterol: o primeiro grupo afirmou ter reduzido os sintomas em 64%, o segundo grupo em 74% e o terceiro, em 16%. “Os primeiros sinais de melhora surgiram depois de três meses e não houve relato de efeitos colaterais”, afirmou Edilberto Rocha Filho, autor do estudo e médico-assistente do Departamento de Ginecologia da UFPE. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 30/01/2011 at 21:46  Comentários (2)  
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