A ecologia radical de Slavoj Zizek.

 

Published in: on 10/07/2011 at 20:54  Comentários (1)  

Terça Ambiental – Debate sobre Consumo Consciente em BH.

A Amda – Associação Mineira de Defesa do Ambiente, em parceira com o Senac Minas e a Anglo American, realiza mensalmente o projeto “Terça Ambiental”, que tem por objetivo debater e refletir questões ambientais relevantes para a sociedade.

A palestra no mês de junho será no dia 28 e terá o seguinte tema: “Consequências do atual padrão de consumo para o planeta”.

O debate será realizado no auditório do Senac (Rua Guajajaras, 40 – 16º andar, Centro, Belo Horizonte), de 19h às 21h. Para participar, basta se inscrever gratuitamente enviando e-mail para eventos@amda.org.br com os seguinte dados: nome completo, data de nascimento, CPF, identidade, escolaridade, endereço completo, profissão e telefone. As vagas são limitadas.

Mais informações: elizabete@amda.org.br / (31) 3291-0661 .

Texto recebido por email pelo CRBio 04.

Coala australiano tem de ser incluído em lista de ameaçados, diz cientista

Cientistas australianos cobram do governo a criação de uma lista de espécies ameaçadas de extinção, no intuito de proteger animais como o urso coala, símbolo do país, que corre risco de desaparecer da natureza.

Estudiosos afirmam que o avanço das zonas urbanas sobre as regiões de proteção ambiental tem afetado a população de coalas, estimada entre 50 mil e 100 mil exemplares. A comunidade científica pede inclusive que o Senado fique atento a este assunto para evitar a extinção da espécie, que sofre com uma nova ameaça: a bactéria Chlamydia.

“Não sabemos a quantidade exata de animais existentes, porque não temos subsídios para complementar o assunto. Mas é certo que a população está caindo”, afirmou Alistair Melzer, pesquisador da Universidade de Queensland.

De acordo com o Melzer, os locais mais propensos para a reprodução do mamífero são também os melhores lugares para os seres humanos, ou seja, regiões com solo fértil. Entretanto, ele afirma que esta proximidade pode significar ataques por cães domésticos ou atropelamentos por automóveis aos coalas.

Além disso, os animais que vivem nas árvores sofrem com ondas de calor e seca, eventos que ocorrem com mais frequência no país devido às mudanças climáticas.

 

Cobrança

Os pesquisadores pedem que os estados reconheçam o risco de extinção, em vez de apenas classificar os animais como ‘vulneráveis’ ou ‘em situação de risco’. “O governo não classifica o coala como animal em extinção porque carece de números precisos. Mas nós não temos subsídios públicos suficientes para uma investigação a longo prazo.

A questão do coala será examinada por uma comissão especial do Senado, que deverá emitir ainda este ano uma recomendação para classificar o animal ‘em perigo’.

Texto retirado do site G1.

CURSO “Ações para salvar animais marinhos em derrames de petróleo” em Florianópolis / SC.

Dias 02 e 03 de julho de 2011

Local: Lagoa da Conceição, Florianópolis, SC. Com o Biólogo Wendell Estol, Diretor Geral do ISSB.

Investimento: R$ 160,00

Inscrições e informações no site do www.seashepherd.org.br.

OBS: Nesse mês de junho (17 a19) terá um curso na Bahia, pra quem mora mais perto, é só conferir no site!

Tubarão não nasce em árvore!!

Por Marcelo Szpilman

Se você soubesse que as maçãs estão acabando, não trocaria seu consumo por outras frutas?

Pois é, existem diversas espécies de peixes e cações que estão acabando e sua sobrevivência depende de ações simples e imediatas de consumo responsável.

 

Precisamos entender que muitos dos antigos hábitos de consumo não cabem mais nos tempos atuais. O clima mudou. O mundo mudou. E é claro que você já percebeu. Informe-se e procure não consumir peixes e cações ameaçados, substituindo-os por outros peixes marinhos*, por peixes de água-doce provenientes de criações sustentáveis, como salmão, truta, tambaqui e tilápia, ou por outros tipos de carne.

*Veja ao final desse e-mail quais são as espécies de peixes marinhos que devem ser evitadas e aquelas que estão livres para o consumo.

Atualmente, cerca de 70 milhões de tubarões são capturados e mortos a cada ano em todos os mares. Isso representa uma monumental ameaça à sobrevivência dos tubarões. Nesse ritmo, algumas espécies serão extintas nos próximos anos. Deixar de vê-los como feras assassinas e ter a consciência de que eles exercem um papel crucial na manutenção da saúde e equilíbrio dos ecossistemas marinhos é um importante passo para uma mudança de atitude.

Proteger os tubarões é proteger a vida, é proteger a nós mesmos!

Participe do ABAIXO-ASSINADO CONTRA O FINNING!

Já passamos de 7.200 assinaturas, mas precisamos da sua ajuda para chegar a 10 mil. Envolva-se! 

Assine acessando o link http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2010N5037

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Espécies de peixes marinhos que devem ser evitadas e aquelas que estão livres para o consumo

Usando como referência a Lista Nacional do IBAMA e da IUCN (União Internacional para Conservação da Natureza), temos três situações:

1 – Espécies que NÃO PODEM E NÃO DEVEM SER CONSUMIDAS 

Entre os peixes comercais famosos, temos: cação-anjo, raia-viola, peixe-serra, surubim, cioba, badejo-tigre e mero.

Obs: 12 espécies de tubarões/raias e 145 espécies de peixes constam no Anexo I do IBAMA como espécies ameaçadas de extinção, com alto risco de desaparecimento na natureza em um futuro próximo.

Obs: Apesar de estar no Anexo II, o mero é a única espécie brasileira protegida e proibida de ser capturada.

Obs: EVITE o famoso filé de viola, pois muitas peixarias comercializam o filé do cação-anjo como se fosse o filé da raia-viola. E ambos estão seriamente ameaçados.

2 – Espécies que DEVERIAM SER EVITADAS

Entre os peixes comerciais famosos, temos: atum, badejo, cherne, corvina, enchova, garoupa, merluza, namorado, pargo, pescadinha-foguete, sardinha-verdadeira, tainha e vermelho.

Obs: Fora as lagostas e camarões, 6 espécies de tubarões e 31 espécies de peixes constam no Anexo II do IBAMA como espécies sobrepescadas (cuja condição de captura é tão elevada que reduz o potencial de desova e as capturas no futuro) ou como espécie ameaçada desobrepesca.

3 – Espécies LIBERADAS PARA O CONSUMO

Entre os peixes comerciais famosos liberados temos: abrótea, agulha, albacora, batata, baúna, bicuda, bijupirá, bonito, caranha, carapeba, castanha, cavala, cavalinha, cocoroca, congro, congro-rosa, dourado, galo, linguado, manjuba,michole, olhete, olho-de-cão, pampo, peixe-espada, pescada, piranjica, piraúna, robalo, sororoca, tira-vira, trilha, xáreu, xerelete e xixarro.

Texto recebido por email através do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) - Instituto Ecológico Aqualung

Site: http://www.institutoaqualung.com.br

Livro “O CÓDIGO FLORESTAL E A CIÊNCIA – Contribuições Para o Diálogo” para baixar gratuitamente.

A Academia Brasileira de Ciências (ABC) e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) formaram um grupo de trabalho (GT) para oferecer dados e argumentos técnico-científicos que pudessem subsidiar as discussões em torno de mudanças no Código Florestal propostas no substitutivo ao Projeto de Lei no 1.876/99.

Todos os encontros ocorreram na sede da SBPC em São Paulo. O primeiro ocorreu no dia 07 de julho de 2010. Foram delimitadas metas a serem atingidas e fez-se um diagnóstico do estado da arte do Código Florestal e do mencionado substitutivo.

O resultado do GT foi o documento “O CÓDIGO FLORESTAL E A CIÊNCIA – Contribuições Para o Diálogo”. Ele pode ser acessado gratuitamente através do link: http://migre.me/4mIBR< /a>

Texto recebido pelo CRBio 04.

Published in: on 22/05/2011 at 18:50  Deixe um comentário  

Curso de Combate a incêndios Florestais – Brigadista Voluntário

OBS: Para melhor visualização da foto, clique nela.

Recomendação do MPMG põe fim a concessão de direitos minerários no Santuário do Caraça.

Por recomendação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o Departamento Nacional de Política Mineral (DNPM) bloqueou os títulos minerários inseridos na Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) Santuário do Caraça, localizada nos municípios de Barão de Cocais, Santa Bárbara, Catas Altas, Mariana, Itabirito e Ouro Preto.

De acordo com os promotores de Justiça que expediram a recomendação – Domingos Ventura de Miranda Júnior, da comarca de Santa Bárbara; Carlos Eduardo Ferreira Pinto, coordenador das Promotorias de Defesa do Meio Ambiente das Bacias dos Rios das Velhas e Paraopeba; e Marcos Paulo de Souza Miranda, coordenador da Promotoria Estadual de Defesa do Patrimônio Cultural e Turístico de Minas Gerais – a atividade minerária não é permitida dentro dos limites de uma RPPN.

Por isso, segundo o DNPM, os requerimentos de direitos minerários referentes a essa área serão indeferidos, os títulos minerários existentes serão objeto de ato declaratório de decaimento e aqueles outorgados equivocadamente após a criação da RPPN serão anulados.

A Serra do Caraça, tombada pela Constituição Estadual, tem área de31.521 hectares, dos quais 11.233 constituem a RPPN. Localizada entre as bacias hidrográficas do São Francisco e do Rio Doce, a área possui importante conjunto histórico e arquitetônico que atrai, anualmente, cerca de 60 mil turistas.

Texto retirado do site do Ministério Público do Estado de Minas Gerais.

Published in: on 15/05/2011 at 19:49  Deixe um comentário  

2º Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo.

O 2º Congresso Internacional de Meio Ambiente Subterrâneo será realizado de04 a06 de outubro de 2011em São Paulo.

O enfoque do evento é debater o uso sustentável do solo e da água subterrânea. Durante o encontro também serão discutidos outros temas, como a demanda do passivo ambiental de longo prazo e técnicas de remediação e soluções inovadoras.

O congresso será realizado no Centro Fecomércio de Eventos, localizado na R. Dr. Plínio Barreto, 285,em São Paulo.

Mais informações: www.abas.org/cimas .

Texto recebido pelo CRBio 04.

São Paulo quer banir sacolas plásticas já em 2012.

Na última segunda feira, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), assinou um protocolo de intenções com a Apas (Associação Paulista de Supermercados) para proibir o uso de sacolas plásticas descartáveis.

Algumas cidades do Brasil, como Belo Horizonte, e no próprio estado, como Jundiaí, já fazem uso de sacolas feitas com amido de milho. Essas são biodegradáveis custando, em média, 19 centavos.

São cerca de 2,5 bilhões de sacolas plásticas feitas de petróleo que viajam do supermercado para a casa dos consumidores.

E você sabe quanto tempo o plástico demora para se decompor em aterros sanitários? 100 anos. O de milho, sai por 2.

Texto retirado do Blog Eco Planeta.

Published in: on 12/05/2011 at 22:34  Comentários (1)  
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