Veja um PANDA crescer!

 

Agora ele vai começar a dar seus primeiros passinhos…

“Virá o dia em que a matança de um animal será considerada crime tanto quanto o assassinato de um homem.” 
Leonardo da Vinci

Published in: on 30/12/2009 at 15:58  Deixe um comentário  

Desciclopédia sobre BIOLOGIA!

Darwin e Hellboy, irmãos gêmeos e pais da biologia moderna. Apenas se diferenciam pelo caso do Hellboy ser corno.

Biologia é um ramo de estudos que diz estudar a vida, mas na realidade só estuda coisas mortas, como cadáveres de insetos ou ornitorrincos e a Dercy Gonçalves, “o mais novo cadáver” de estudo na área de pesquisas sobre o surgimento da vida na Terra.

Ramos da biologia

  • Analtomia – Estuda o ânus e adjacências(Sylvia Saint é a maior especialita no assunto).
  • Citologia – Estuda citações.
  • Ciclo de krebs – Estuda os ciclos dos carangueijos Pyromaia tuberculata, do reino Animalia, filo Arthropoda em sua fase gay.
  • Biologia – Estuda os dobros, os múltiplos do número 2, os bissexuais, as metades iguais e a função da tubulina para com os citocromos durante a metáfase dois da intérfase, logo após da anáfase da meiose.
  • Ecologia – Estuda o sotaque italiano, eco!
  • Embrioboiologia – Estuda a viadagem (apenas os biólogos do lado rosa da força).
  • Histologia – estuda os tecidos. É um curso muito procurado por decoradores de interior, emos e costureiros.
  • Ficologia – Estuda os figos.
  • Gatomia – Estuda os felinos.
  • Genética – estuda um jeito de fazer as cachorras gostosas arrancarem uma grana de manés ricos através de comprovação pelo teste de DNA, encalacrando os mesmos.
  • Laricologia – Estudo dos efeitos de Biotônico Fountora, os quais surgem expontaneamente em cigarros especiais (práticas nos RU´s).
  • Micologia – Estuda micos públicos e gafes.
  • Malacologia – Estuda seres humanos da periferia urbana.
  • Ornitologia – Estuda ornitorrincos.
  • Primatologia – Estuda as primas.
  • Paleontologia – Estuda aqueles seres que conviveram com a Dercy Gonçalves quando ela era nova (ou seja, início dos tempos)
  • Patologia – Estuda patos.
  • Taxonomia – Estuda taxas.
  • Taxidermia – Estuda táxis.
  • Zoologia – Estuda zoológicos e zoófilos.
  • Botânica – Estuda botas e afins
Published in: on 28/12/2009 at 20:20  Deixe um comentário  

Nomeada como a melhor fotografia pelo National Geographic!

A foto por si, diz tudo!!

“Renda-se, como eu me rendi. Mergulhe no que você não conhece como eu mergulhei. Não se preocupe em entender, viver ultrapassa qualquer entendimento. ”

Clarice Lispector
Published in: on 28/12/2009 at 19:18  Comments (4)  

Existe amizade entre animal e ser humano?

COM CERTEZA!

E este vídeo me prova isto. E mais, que o amor pode unir seres totalmente diferentes.

Published in: on 28/12/2009 at 17:55  Deixe um comentário  

Peixes Cartilaginosos VERSUS Peixes Ósseos

GNATHOSTOMATA

(gr. Gnathos = Mandíbula / Stomata = Boca )

Classe Condrichthyes

(gr . Chondros = Cartilagem / Ichthys = Peixe)

Os peixes cartilaginosos são representados pelos tubarões, peixes-serras, raias e quimeras. Todos são predadores, habitando principalmente as águas marinhas.
A características que mais chamam a atenção, é o esqueleto desses animais, que é completamente cartilaginoso, o que originou o nome da classe.

Principais Peixes Cartilaginosos do Brasil

Tubarão-branco, Cação, Peixe serra, Peixe-martelo, Raia-do-mar, Raia de água doce.

Classe Osteichthyes

A classe recebeu este nome porque é constituída de peixes cujo esqueleto é ósseo . Esses peixes estão bem adaptados a qualquer meio aquático, e por essa razão, a grande maioria dos peixes existentes atualmente tanto nos mares como nos rios, são ósseos.

 

DIFERENÇAS ENTRE PEIXES CARTILAGINOSOS E PEIXES ÓSSEOS

PEIXES CARTILAGINOSOS PEIXES ÓSSEOS
Escama placóide Escama ctenóide, ciclóide ou ganóide
Boca ventral Boca frontal
Ausência de opérculo * Presença de opérculo
5 a 7 pares de fendas branquiais 1 fenda branquial de cada lado
Cada fenda tem 1 brânquia Cada fenda tem 4 brânquias
Linha Lateral Linha Lateral
Presença de cloaca Apresenta ânus
Ausência de bexiga natatória Presença de bexiga natatória
Nadadeira caudal heterocerca Nadadeira caudal homocerca
   
* Exceto as quimeras  
 
 
 
 
 
 
 
 
Alguma dúvida sobre o conteúdo? Dê uma olhada no site Portal São Francisco (http://www.portalsaofrancisco.com.br/) que teem todo o conteúdo sobre peixes cartilaginosos, ósseos e ainda vários outros temas  dentro da Biologia.
Published in: on 28/12/2009 at 17:14  Comments (70)  

Projeto Peixe-boi (Ilha de Itamaracá – PE)

Quer fazer um passeio inesquecível? Então vá ao Projeto Peixe-boi na Ilha de Itamaracá em Pernambuco. Este com certeza é o lugar mais lindo que eu já fui, sem contar a sua importância ecológica de preservação do peixe-boi. Alguém consegue imaginar o tanto que eu chorei quando cheguei nesse lugar? UM PARAÍSO!

O Projeto Peixe-Boi foi criado em 1980 pelo Governo Federal, numa tentativa de fazer uma avaliação da situação em que se encontrava o peixe-boi marinho no Brasil. Em 1990, o Projeto recebeu o status de Centro Nacional de Conservação e Manejo de Sirênios, uma unidade descentralizada do Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. Desde então, conta com o apoio técnico-administrativo da Fundação Mamíferos Marinhos, uma organização não governamental sem fins lucrativos que capta recursos para investimentos no Projeto Peixe-boi.

Em 1998, o Centro foi promovido a Centro Nacional de Pesquisa, Conservação e Manejo de Mamíferos Aquáticos, sempre atuando em parceria com a Fundação Mamíferos Marinhos na execução do Projeto Peixe-Boi.

Para reverter o processo de extinção do peixe-boi marinho, o Projeto Peixe-Boi, com a unidade móvel “Iguarakue” fez um extenso levantamento na costa brasileira, através de entrevistas direcionadas às populações ribeirinhas, definindo as principais áreas de ocorrência desse mamífero aquático, recomendando a criação de Áreas de Proteção Ambiental e a implementação de Bases Executoras Regionais.

Para cumprir sua função, o Projeto Peixe-Boi resgata, reabilita e reintroduz peixes-bois no seu habitat natural. A reprodução e o nascimento de filhotes em cativeiro também são elementos importantes desta estratégia. Existem exemplos vitoriosos de animais que passaram por este processo, foram reintroduzidos e hoje são monitorados diariamente pela equipe técnica do Projeto através da rádio-telemetria.

NÃO PERCA MAIS TEMPO E VÁ CURTIR ESSA MARAVILHA!

BOA VIAGEM!! =]

Published in: on 28/12/2009 at 16:36  Comments (23)  

Entomologia Forense

A Entomologia Forense é o estudo dos insetos, ácaros e outros artrópodes, associados com um cadáver humano para se determinar a data da morte, e, quando for possível, deduzir as circunstâncias que cercaram o fato antes do ocorrido ou que se seguiram depois deste. Evidências de insetos também podem mostrar se o corpo foi movido para um segundo local depois da morte, ou se o corpo foi em algum momento manipulado por animais, ou pelo assassino que voltou à cena do crime.

Esta é uma área muito interessante para nós, biólogos, e a remuneração é ÓTIMA! Para vocês terem uma idéia, o PERITO FEDERAL (concurso) ganha cerca de R$ 12 mil por mês.

Fiz um curso de CIÊNCIAS FORENSES pela empresa INTEGRA (http://www.integracursos.com.br/) e adorei! A empresa é ótima e o curso é SENSACIONAL. Foi inclusive neste curso que me apaixonei pela Entomologia Forense. Assim que eu tiver notícias dos próximos cursos, escrevo aqui pra vocês.

Uma dica bacana é o livro “Entomologia Forense: Quando os insetos são vestígios.” da Prof. Janyra Oliveira Costa, especialista em Entomologia Forense. Você pode solicitar o livro pelo site da Janyra (http://www.janyraoliveiracosta.bio.br/) ou pelo seu email (janyraento@bol.com.br) por apenas R$ 65,00. Vale a pena adquirir um!

Entomologia forense
Por Oliveira-Costa, Janyra

Introdução

A Entomologia Forense é a ciência que aplica o estudo dos insetos a procedimentos legais. As pesquisas nesta área são feitas desde a década de 1850 e nas últimas décadas vem obtendo progressos. A princípio existia um grande ceticismo quanto a sua aplicação, porém, paulatinamente, peritos criminais e legistas passam a contar com o auxílio de entomólogos para aprimorarem seu trabalho. Atualmente, vem crescendo o interesse de pessoas ligadas a instituições judiciais e cientistas forenses em como conduzir a entomologia junto a outras técnicas de investigação em casos de morte (Catts & Haskell, 1991). Os principais centros de investigação do mundo todo como, por exemplo, o Federal Bureau Investigation – F.B.I. (Estados Unidos), já contam com auxílio de entomólogos. As pesquisas realizadas no exterior já somam um grande banco de dados sobre o padrão de sucessão de insetos nos corpos, porém, devido às nossas condições climáticas aliadas à grande extensão territorial, esses dados não podem ser seguramente utilizados nos nossos exames periciais. Os entomólogos brasileiros, por sua vez, devido a impedimentos jurídicos e éticos, desenvolvem esse estudo em carcaças animais visando extrapolá-los para cadáveres humanos, portanto se faz necessário uma pesquisa mais abrangente no meio pericial.

A divulgação dessa ciência no âmbito policial nacional é quase inexistente e em razão disso, dados entomológicos importantíssimos são completamente ignorados, conseqüentemente, revelações valiosas se perdem. Na realidade, até agora pode se dizer que a perícia médico-legal baseia-se, ainda quase exclusivamente, na observação atenta das alterações macroscópicas que se sucedem na decomposição dos corpos, sujeitas a inúmeras causas de variação, umas acelerando sua sucessão e outras retardando. O presente trabalho tem como finalidade divulgar essa ciência, a fim de alterar esse quadro.

Classificação

Lord e Stevesson (1986), em Washington, classificaram essa ciência em 3 categorias distintas: urbana, de produtos estocados e médico-legal.

  • URBANA – inclui ações cíveis envolvendo a presença de insetos em imóveis, danificando-os, como, por exemplo, a presença de cupins. Essa modalidade é muito utilizada em ações envolvendo compra e venda de imóveis;
  • DE PRODUTOS ESTOCADOS – trata da contaminação em grande extensão de produtos comerciais estocados, como, por exemplo, o caruncho, que é uma espécie de besouro que ataca os cotilédones do feijão;
  • MÉDICO-LEGAL – é a categoria que mais nos interessa, visto que, envolve a área criminal, principalmente, com relação à morte violenta. E é a essa categoria que se dedica o presente trabalho.

Origem

Os manuais de Medicina Legal que citam Entomologia Forense referem-se a sua primeira aplicação como ocorrida em 1235, na China, baseados em um manual chinês, escrito por Sung Tz’u, intitulado “The washing away of wrongs”. Nesse livro ele citou um caso de um homicídio perpetrado com uso de instrumento de ação cortante, cujos investigadores, na busca de vestígios na vizinhança, localizaram uma foice em torno da qual sobrevoavam moscas, possivelmente, atraídas pelos odores exalados pelos restos de substâncias orgânicas ali aderidas e imperceptíveis a olho nu. Em vista disso, o proprietário da foice foi interrogado pela polícia, levando-o a confessar a autoria do crime (apud McKnight, 1981). Contudo, a literatura especializada em entomologia atribui a primeira utilização dessa ciência a Bergeret, em 1855, na França, pois ele foi o primeiro a utilizar, conscientemente, insetos como indicadores forenses. Neste caso foi encontrado o corpo de uma criança oculto no piso, coberto por uma capa de gesso, no interior de uma residência. Ele indicou um intervalo post mortem extenso através da associação da fauna encontrada com o estágio de decomposição do cadáver, e como os moradores residiam no imóvel há poucos meses, as investigações e suspeitas dirigiram-se aos habitantes anteriores da casa.

Essa ciência, porém, só se tornou mundialmente conhecida após 1894, com o célebre trabalho de Mégnin o qual publicou, na França, o livro “La faune des cadavres”. Nesse livro, ele divide os insetos que visitam os cadáveres em oito legiões distintas, que se sucedem de modo previsível no processo de decomposição, com duração de cerca de três anos. Essas legiões são, ainda hoje, muito divulgadas em livros de Medicina Legal, porém, apesar deste trabalho ter sido um marco genial na história dessa ciência e uma grande descoberta quanto ao padrão de sucessão de insetos europeu, esses dados não podem ser aplicados no Brasil. Nosso clima tropical conduz a um processo de decomposição muito mais veloz do que o europeu, além de que algumas das espécies verificadas aqui não ocorrem em países de clima temperado.
No início do século, alguns pesquisadores brasileiros realizaram pesquisas nesta área e apesar de obterem bons resultados enfrentaram uma série de dificuldades devido à carência de dados taxonômicos, biológicos e técnicos. Entre eles podem ser citados Roquete-Pinto (1908) e Oscar Freire (1914 até 1923). Depois desses trabalhos o assunto ficou esquecido durante anos no Brasil, a despeito do seu desenvolvimento mundial.

Aplicações nos casos de morte violenta

Conhecimentos entomológicos podem ser utilizados para revelar o modo e a localização da morte do indivíduo, bem como mais freqüentemente, estimar o tempo de morte (intervalo post mortem – IPM).

1. Local da morte

Baseado na distribuição geográfica, habitat natural e biologia das espécies coletadas na cena da morte, é possível verificar o local onde a morte ocorreu. Por exemplo, certas espécies de dípteros da família Calliphoridae são encontradas em centros urbanos. E, em vista disso, a associação dessas espécies a corpos encontrados em meio rural sugere que a vítima tenha sido morta no centro e levada para o ponto onde foi encontrada. Da mesma forma que, algumas moscas apresentam habitat específico, além de distinta preferência em realizar postura em ambientes internos ou externos, e até mesmo, em diferentes condições de sombra e luz.

2. Modo da morte

Drogas e tóxicos presentes nos corpos afetam a velocidade do desenvolvimento de insetos necrófagos. Cocaína, heroína, “methamphetamina”, “amitriptylina” e outros metabólitos têm mostrado efeitos no desenvolvimento das larvas e da decomposição, podendo indicar um caso de morte por ingestão de dose letal dessas substâncias (“over dose”) (Goff et al 1989, 1991, 1992, 1993). Pela voracidade das larvas, os fluidos do corpo e partes macias necessárias para as análises toxicológicas desaparecem, sendo então, necessário identificar esses medicamentos e substâncias tóxicas no corpo de larvas de insetos necrófagos que se alimentaram desses cadáveres contaminados (Lord, 1991; Gunatilake & Goff, 1989). Podendo, também, a presença de certas substâncias, como o arseniato de chumbo e o carbamato, impedir a colonização do cadáver por certos insetos necrófagos (Leclerq & Vaillant, 1992 ; Oliveira-Costa, 2000).

3. Intervalo post mortem (IPM)

Na medicina legal uma das questões mais críticas reside em “Quando a morte se deu?” A determinação do intervalo post mortem é, freqüentemente dada por patologistas e antropólogos forenses e, raramente um entomólogo é consultado (Schoenly et al, 1991). Circunstâncias intrínsecas e extrínsecas fazem variar a marcha e a fisionomia particular dos fenômenos putrefativos. Desta forma, não se pode imaginar problema de mais difícil solução e que exija maior reserva dos peritos do que a cronologia da morte. Para responder a esse quesito, os Peritos podem se valer da evolução da rigidez cadavérica, resfriamento do corpo, livores cadavéricos, evolução das fases de decomposição e, mais recentemente, da fauna cadavérica. Normalmente, nos métodos tradicionais, o IPM e a sua estimativa são inversamente proporcionais, isto é, quanto maior for o IPM, menor é a possibilidade de acurada determinação. Porém, com auxílio de conhecimentos entomológicos, quanto maior o intervalo mais segura é a estimativa (Goff & Odom, 1987). O método entomológico pode ser muito útil, sobretudo, com um tempo de morte superior a 3 dias (Catts & Haskell, 1991). Das técnicas de cronotanatognose como relatório policial, necropsia, e entomológica, estatisticamente, a entomológica é a mais eficiente (Kashyap & Pilay, 1989).

Outras aplicações

1. Entorpecentes

Identificar a origem da Cannabis sativa (maconha), com base na identificação dos insetos acompanhantes da droga que, no momento da prensagem do vegetal, ficaram ali retidos, traçando a rota do tráfico através da distribuição geográfica dos mesmos (Crosby et al. 1985).

2. Maus tratos

A ciência pode, ainda, ser utilizada em casos de maus tratos a crianças. É possível precisar o número de dias, durante os quais, o bebê foi privado de cuidados de higiene baseando-se na determinação da idade das larvas de moscas achadas nos cueiros e camas. (Lord & Rodriguez, 1989; Goff et al, 1991).

Texto retirado do site da Polícia Civil RJ.

Published in: on 28/12/2009 at 16:05  Comments (58)  

Pegadas!

Será que você consegue adivinhar qual pegada é de qual animal? TENTE!

Published in: on 28/12/2009 at 14:25  Comments (2)  
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