Você tem Medo de Tubarão? Já pensou que isso pode ser uma fobia provocada por mitos e inverdades?

Por Marcelo Szpilman
 
No dia 7 de fevereiro de 2010, um domingo de sol em Guajará-Mirim (RO), enquanto brincava com seu irmão em uma área reservada para banhistas de um igarapé, uma menina de 11 anos foi atacada por uma jacaré-açu. O animal abocanhou sua vítima, mergulhou e desapareceu. Essa notícia, e como ela foi veiculada, mostra bem o tratamento desigual nos casos de ataque de animais ao homem. E está-se falando aqui da divulgação da notícia e de seu poder de causar pavor.
 
A notícia em questão foi veiculada através de uma pequena chamada na versão online do Jornal O Globo (veja link abaixo), o que é absolutamente normal. Porém, se tivesse sido um ataque fatal de tubarão, provavelmente a notícia estaria na primeira página da versão impressa desse e de outros jornais. Cabe aqui lembrar dois episódios que ilustram muito bem esse tratamento diferenciado. No final do verão de 2003, o avistamento de dois tubarões nadando na praia da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, e sua divulgação, geraram falsos alarmes de ataque de tubarão, medo e insegurança e a veiculação da manchete “cuidado, tubarões estão rondando as praias do Rio”. Nesse mesmo ano, um cidadão estava andando no Centro do Rio de Janeiro e um martelo de obra caiu na sua cabeça e o matou. A manchete “cuidado, martelos estão caindo no Centro do Rio”, se tivesse sido publicada, seria motivo de piada. No entanto, a probabilidade de outra pessoa morrer com um martelo caindo em sua cabeça é infinitamente maior do que atacada por um tubarão nas praias do Rio de Janeiro, onde houve somente 9 ataques nos últimos 90 anos.
 
Quanto ao poder de causar pânico, nada se compara com o ataque de um tubarão. Na Tanzânia, Moçambique e Etiópia, anualmente, dezenas de pessoas são atacadas e devoradas por leões. Na Índia, os tigres fazem o mesmo. No Egito, cães selvagens atacam centenas de pessoas todos os anos. Elefantes atacam e matam dezenas de pessoas na África, mas ninguém tem fobia de elefante. O melhor amigo do homem é responsável por milhões de ataques e centenas de mortes ao redor do mundo e, com exceção dos que já foram atacados, poucos têm fobia de cachorro. No entanto, a maioria das pessoas, mesmo aquelas que nunca viram o mar, têm fobia de tubarão. Incrível, não?
 
Bom, e onde eu quero chegar com isso? A pretenção desse artigo é tentar desmitificar essa imagem sensacionalista e irreal. Tentar convencê-lo de que o tubarão não é o famigerado “terror dos mares”. Acredito que Netuno torça para que eu consiga.
 
Ao entrar no mar, é bem verdade, passamos a compartilhar o ambiente natural desses extraordinários predadores, mas, ainda assim, somente circunstâncias muito especiais costumam ocasionar um ataque ao ser humano. Na realidade, ataques de tubarão ao homem são eventos absolutamente raros em quase todo o mundo. São tão improváveis e inusitados que podemos chamá-los de incidentes.
 
Das 400 espécies que habitam os oceanos do Planeta, os registros demonstram que somente três são perigosas e realmente podem atacar de forma não-provocada, inclusive no litoral brasileiro. São elas: o tubarão-branco, o tubarão-tigre e o tubarão cabeça-chata. Mas deve-se esclarecer que, fora os ataques motivados por essas circunstâncias especiais, como erros de identificação ou invasão de território, não se sabe exatamente por que essas espécies podem agir desta forma, pois se nós humanos realmente representássemos uma presa apetitosa aos seus olhos, haveria muito poucas praias seguras ao redor do mundo e os ataques seriam diários e contados aos milhares.
 
O vasto e misterioso oceano sempre foi um elemento provocador de um medo mítico. Se nos tempos das grandes navegações temia-se os dragões e polvos gigantes, os tubarões são, seguramente, os seres marinhos mais temidos e respeitados no mundo contemporâneo. Dentre os grandes animais em todo o planeta implicados em ataques aos seres humanos, apenas os tubarões não permitem um “controle” pontual por parte do homem. Tudo isso, com certeza, potencializa nossa insegurança, mas não podemos desconsiderar o lado racional dessa questão. Veja abaixo alguns dados estatísticos comparativos.
 
Animais selvagens que mais atacam o homem, no planeta:

  • Cobras – 250.000 ataques por ano
  • Crocodilos e jacarés – 2.500 ataques por ano
  • Abelhas – 1.250 ataques por ano
  • Hipopótamos – 400 ataques por ano
  • Elefantes – 250 ataques por ano
  • Leões – 150 ataques por ano
  • Tigres – 120 ataques por ano
  • Tubarões – 80 a 100 ataques por ano
     

Para cada morte por ataque de tubarão nos EUA, temos:

  • 37 mortes por ataque de cobras
  • 45 mortes por ataque de cachorros

Ataques de cachorros ao homem:

  • EUA – 4,5 milhões de ataques por ano, com 300 mil hospitalizações.
  • Rio ou São Paulo – 150 mil ataques por ano.

Veja abaixo apenas três exemplos recentes de ataques ocorridos no Brasil:
 
Jacaré mata menina de 11 anos em Rondônia (fevereiro de 2010)
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/02/08/menina-de-11-anos-morta-por-jacare-em-rondonia-915808588.asp
 
Criança é morta por pitbull e rotweiller em Goiás (setembro de 2009)
http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2009/09/03/crianca-morta-por-pitbull-rotweiller-em-goias-767460257.asp
 
Cães matam menino de nove anos em Volta Redonda (maio de 2009)
http://oglobo.globo.com/rio/mat/2009/05/07/caes-matam-menino-de-nove-anos-em-volta-redonda-755737417.asp
 
Riscos e Probabilidades de Morte por:

  • Ataque cardíaco = 1 em 300       
  • Arma de fogo = 1 em 9 mil
  • Acidente de carro = 1 em 19 mil    
  • Afogamento = 1 em 225 mil  
  • Raio = 1 em 4 milhões           
  • Acidente de avião = 1 em 8 milhões  
  • Ataque de cachorro = 1 em 11 milhões
  • Acertar na Mega-Sena = 1 em 50 milhões
  • Ataque de tubarão = 1 em 95 milhões   
     

Ainda que o lado racional possa estar presente, é fato constatar que a visão da nadadeira dorsal de um tubarão na superfície da água ou a simples menção de seu nome costumam causar medo, e até mesmo pânico, provocado simplesmente por sua fama e má reputação. Mas que razões emocionais levam aqueles que NUNCA pisaram em uma praia a temer os tubarões?
 
Mesmo aqueles que frequentam as praias e sabem (ou pelo menos deveriam saber) que, estatisticamente falando, têm 130 vezes mais chances de morrer dirigindo seu carro até a praia do que ao se aventurar na água após chegar lá, ou 75 vezes mais chances de morrer afogado na praia do que vitimado por um tubarão ou mesmo 15 vezes mais chances de morrer passando embaixo de um inofensivo coqueiro do que por um ataque de tubarão, apresentam comportamento semelhante. E por que isso acontece?
 
Ter medo de um animal ameaçador é normal. O medo é um componente importante para nossa sobrevivência. No entanto, quando esse medo torna-se desproporcional à ameaça, sem controle, evolui para fobia. E somente a fobia pode explicar tal comportamento irracional. Não é por outra razão que o ataque de tubarão é o segundo perigo natural mais temido na mente humana. Só perde para a morte. Entretanto, o real perigo que os tubarões representam, em especial no litoral brasileiro, não é tão grande e certo como muitos acreditam. Apesar dos ataques de tubarão ocorridos na Grande Recife, uma área única no mundo onde fatores locais específicos aumentam os riscos, e nos últimos cinco anos houve apenas 7 ataques com 2 fatalidades, os tubarões não são “feras assassinas” como é comum imaginar. Longe disso. E falo por experiência própria.
 
Tenho mergulhado com tubarões ao redor do mundo, incluindo as três espécies “mais perigosas”, com o objetivo de mostrar que é perfeitamente possível interagir de forma amistosa com esses seres fantásticos. Em minhas palestras pelo Brasil, gosto de expor uma comparação que exemplifica a diferença de interação e potencial de risco. Se você passar ao lado de um grande predador, como o crocodilo, o leão ou o tigre, e ele estiver com fome, há 100% de certeza de que ele o verá como uma presa e irá te atacar e te devorar. No entanto, você pode mergulhar com um tubarão sem saber se ele se alimentou nos últimos dias e, com certeza, ele irá te respeitar e não atacará.
 
Assim como tenho feito, biólogos marinhos e outros profissionais vêm estudando os tubarões nos últimos anos para tentar entender melhor seu comportamento e o porquê dos ocasionais ataques ao homem. Um dos objetivos principais é desmitificar e apagar a errônea imagem de “comedor de homens”, como a que foi imputada na década de 1970 ao tubarão-branco com o lançamento do famoso filme Tubarão, de Steven Spielberg. A partir daí, a fobia espalhou-se pelo mundo. O filme conseguiu, com grande êxito, passar a distorcida idéia de que o tubarão-branco era um animal perverso e sanguinário, que tinha o homem como alvo principal. A imagem da barbatana dorsal do tubarão-branco, como uma foice singrando as águas atrás da próxima e indefesa vítima humana, que inevitavelmente era abocanhada e mastigada pelas imensas mandíbulas abertas com enormes dentes triangulares aparentes, foi tão forte e negativa que os tubarões-brancos passaram a ser considerados inimigos públicos número 1 da sociedade. Foram perseguidos e caçados impiedosamente. Apesar de seu tamanho e força, milhares foram exterminados e a espécie não conseguiu absorver o golpe, declinando mais de 80% nos últimos 30 anos.
 
Infelizmente, toda essa fobia continua contribuindo para que a sociedade não se preocupe com a matança cruel dos tubarões. Ou pior, forma uma torcida coletiva de fóbicos que acreditam que a solução passa por “limpar as águas infestadas por essa feras”. Atualmente, cerca de 100 milhões de tubarões são capturados e mortos a cada ano em todos os mares, grande parte para obtenção das barbatanas de tubarão. Isso representa uma monumental ameaça à sobrevivência dos tubarões e está levando muitas populações ao declínio vertiginoso. Nesse ritmo de consumo insustentável, algumas espécies serão extintas nos próximos anos. E sem esses guardiões dos mares, teremos um ambiente marinho doente, frágil e com desequilíbrios ambientais imprevisíveis.
 
O Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA) tem, entre seus grandes objetivos, a tarefa de desmitificar essa imagem sensacionalista e irreal dos tubarões e mostrar que eles exercem um papel crucial na manutenção da saúde e do equilíbrio dos ecossistemas marinhos. Só assim, conseguiremos convencer as pessoas a aceitar que os tubarões são seres marinhos que também merecem e precisam ser preservados, como os golfinhos, baleias e tartarugas.

Texto retirado do Projeto Tubarões no Brasil (PROTUBA).

Published in: on 27/02/2010 at 22:34  Comments (1)  

MARILIA / SP

Sem sombra de dúvida essa cidade (MARILIA) é a mais bonita do MUNDO. Vocês já devem suspeitar do porque, não é? rs

Fora as brincadeiras, Marilia  situa-se na região Centro-Oeste Paulista, na parte mais ocidental da Serra de Agudos. Fica distante da Capital do Estado 443 km por rodovia; 529 km por ferrovia e 376 km em linha reta. Possui aproximadamente 220 mil habitantes e possui uma área total de 1.194 km²; sendo 42 km² de área urbana e 1.152 km² de área rural. 

“É uma cidade fantástica e por estar em uma região de vales escavados pela erosão há milhões de anos, a cidade cresceu nas partes altas desse planalto, então dá para apreciar toda a beleza do alto. Há belas cachoeiras que são atração para os visitantes.”, segundo William Nava, morador da cidade e paleontológico responsável pelo Museu de Paleontologia de Marilia.

Para provar que já fui… (haha) seguem algumas fotos!

E qual foi minha surpresa quando descubro através do William Nava o MUSEU DE PALEONTOLOGIA DE MARILIA?! Só fiquei arrasada por não ter visitado na época que passeei por aquelas bandas.

Quem tem curiosidade de conhecer fragmentos de uma série de fósseis de animais que habitaram o oeste paulista há cerca de 70 milhões de anos, no período cretáceo, não deve deixar de visitar o Museu de Paleontologia de Marília. Inaugurado pela prefeitura da cidade em 2005, o espaço é o único da região oeste do Estado que abriga peças com essa temática.

Tudo começou por iniciativa do pesquisador e historiador William Roberto Nava. Desde a adolescência, ele sempre se interessou pelo estudo de dinossauros e Paleontologia: “Por pura curiosidade me interessei ao longo destes últimos 17 anos pela Paleontologia e me tornei ‘craque’ em localizar e reconhecer fósseis. Na região de Marília, já realizei descobertas de animais pré-históricos que viveram no período cretáceo. Por exemplo: fósseis de dinossauros herbívoros (os titanossauros), que também são bastante encontrados em outras regiões sedimentares do País”.

Desde 1995 foram formalizadas parcerias com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Museu de Zoologia da Universidade de São Paulo (USP), o Museu Nacional do Rio de Janeiro e a Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Rio Claro. Tais convênios, estabelecidos com o paleontólogo Nava, permitiram aprofundar as pesquisas relaciona das ao reconhecimento dos fósseis encontrados.

Toda a coleção do museu é proveniente destes trabalhos científicos. Os estudiosos atuaram nas rochas sedimentares próximas a Marília e descobriram fragmentos fósseis de dinossauros (titanossauros), esqueletos praticamente completos do crocodilo primitivo Mariliasuchus, peixes, anfíbios, além de vestígios de microfósseis.

Nava, que também é o coordenador do museu, explica que o objetivo da criação do espaço é promover a pesquisa, a preservação e a divulgação dos vestígios de antigos seres que habitaram a região, de uma forma didática: “Pelo fato de exposições como essa serem raras no Brasil, o museu é um excelente ponto cultural e turístico, além de atrair estudantes e jovens paleontólogos que se interessam por esses estudos”.

O pesquisador informa que ainda existem muitos sítios a serem investigados na região, por isso ressalta a necessidade de mais pesquisadores, jovens paleontológos interessados nesses estudos. “Sempre que posso, procuro conscientizar a meninada da importância de estar de olho nos lugares rochosos, em localidades com relevo colinoso onde ocorre erosão do terreno, pois muitos fósseis aparecem em situações como essa. Estudar as formas de vida do passado nos auxilia a encontrar muitas respostas para o presente”.

Nava destaca que existem pouquíssimas exposições relacionadas a dinossauros e outros animais no Brasil: “Dá para contar nos dedos os locais do País onde é possível ver um fóssil”.

Os Museus de Paleontologia de Marília e o de Monte Alto, na região de Ribeirão Preto, são os únicos do interior do Estado de São Paulo que oferecem exposição permanente de ossos de dinossauros.

Marque uma visita:

O Museu de Paleontologia de Marília fica na Avenida Sampaio Vidal, 245 – centro de cidade e funciona todos os dias, exceto feriados, das 8:30 às 19 horas.

Entrada gratuita. Agendamento para escolares pelo telefone (14) 3432-2006 com o próprio pesquisador, ou (14) 3402-6600 – Secretaria Municipal de Cultura.

Outras informações: www.culturamarilia.blogspot.com

Texto construído com a ajuda do jornal DIÁRIO OFICIAL DO ESTADO DE S. PAULO  de janeiro/2005 e informações cedidas pelo próprio William Nava.

Published in: on 27/02/2010 at 21:47  Comments (18)  

A arte plástica!

O artista plástico Joshua Allen Harris utiliza sacos plásticos e de lixo para compor esculturas infláveis, que usam o vento provocado pelos trens subterrâneos para inflar e compor formas diversas. Para se ter uma idéia, ele já até fez um Monstro do Lago de Ness usando as grades de ventilação do metrô (como se pode ver neste vídeo, em inglês, da New York Magazine).

Mas o que interessa mesmo no trabalho de Harris é a escultura de um urso polar (que parece um filhote de cachorro) para alertar sobre o aquecimento global. A idéia é que o espectador se sinta angustiado ao ver um animal em extinção e símbolo do aumento da temperatura no planeta “nascer e morrer” todas as vezes que os trens percorrem as linhas subterrâneas.

Texto retirado do SUPER INTERESSANTE.

Sempre falamos tanto do uso de sacolas plásticas, do tanto que elas fazem mal ao meio ambiente poluindo e sujando. Assim elas ficam com uma cara muito mais bonita, bacana e ecologicamente correta! Boa iniciativa!

Published in: on 27/02/2010 at 20:53  Deixe um comentário  

Obtenção de mudas de orquídeas Phalaenopsis na haste floral por indução com pó de canela.

Por Josué Fontana

Logo após a floração da sua Phalaenopsis, quando as flores murcham e secam por completo e são manualmente removidas, é possível induzir o nascimento de uma muda clone que brotará na própria haste floral, com a aplicação de pó de canela no substrato.

Após o corte com tesoura de poda (esterilizada com fogo ou produto específico) no terceiro nó da haste floral da planta, é comum brotar uma nova haste que vai fazer sua Phalaenopsis gerar uma segunda floração no mesmo ano, quando bem tratada.

Mas se você fizer a poda da haste floral na altura do mesmo terceiro nó e colocar uma colher média de canela em pó em toda superfície do vaso, isto vai estimular o nascimento de uma nova planta que brotará na haste, na altura deste nó.

Em alguns meses, logo que a planta estiver com quatro folhas de cerca de quatro centímetros cada e emanando duas ou três raízes de até 3 centímetros, faça o corte da nova muda pela haste, um pouco abaixo e replante a nova muda em outro vaso menor.

Lembre-se de que as plantas jovens precisam de maior umidade, por isso, fique atento a rega até que as plantas se desenvolvam.

Texto retirado do site Orquideana.com

Published in: on 27/02/2010 at 15:17  Comments (2)  

Cada um pode fazer a diferença!

No final de 2009, um voluntário do Instituto Nina Rosa, Pedro Salmazo, teve a iniciativa de procurar um vereador em Araraquara, sua cidade natal, para conversar sobre a possibilidade da implantação de uma lei proibindo rodeios no município.
 
Dois meses depois, o sonho vira realidade. O vereador João Faria elaborou um projeto complementar, à lei n°011/10, cujo artigo § 5º diz: Fica proibida, em toda a extensão territorial do Município, a realização de rodeios, vaquejadas, touradas e farras do boi.
 
Levada a plenário em 23/02 foi votada favoravelmente por 9 dos 13 vereadores. O próprio voluntário que teve a iniciativa de procurar o vereador, no dia da votação discursou na tribuna livre informando sobre os maus tratos contra os animais nos rodeios.

Pedro Salmazo na tribuna
 
A sessão pública estava lotada, alguns a favor de rodeios, mas muitos contrarios à cruel prática. O nível de consciência era alto, e mostrou mais uma vez, que a grande maioria defende o fim desse tipo de violência. Esperamos que o Prefeito de Araraquara, Sr Marcelo Barbieri, também seja pelo fim da violência e sancione a lei que lhe será encaminhada na próxima semana.
 

Público presente
 
Agradecemos em especial aos vereadores João Faria, Carlos Nascimento, Juliana Adrião Damus e Márcia Lia, pelo forte apoio à causa animal.

Texto retirado do site Instituto Nina Rosa.

Poxa, que orgulho, que felicidade!

 Não tem nada mais terrível do que um rodeio. Como esses animais sofrem, são chicoteados, estressados o tempo inteiro. Se cada um fizer um pouquinho assim… UAU… daqui a pouco estamos mudando o mundo!

Published in: on 27/02/2010 at 14:01  Comments (2)  

Criação da primeira Promotoria de Defesa Animal do BRASIL.

Amigos,

Estamos mobilizando pela internet uma petição para a Defesa dos Animais e criação da primeira Promotoria de Defesa Animal do Brasil. E que tal todos nós assinarmos? Esta é a hora de mostrarmos nossa força e efetivamente mudarmos o mundo. Além da petição virtual (http://urele.com/21t), foi elaborada  uma petição física.
 
Várias pessoas não tem e-mail ou mesmo acesso à internet, outras preferem não assinar petições virtuais. Para todas elas disponibilizamos esta opção, que pode ser baixada de:
 
http://www.sentiens.net/peticoes/abaixo_assinado_promotoria.doc
 
Lá consta o endereço para envio pelos Correios.
 
Se vc já assinou a petição virtual, não assine a petição física. Colha assinaturas de seus parentes, amigos, colegas de trabalho, etc.
 
Envie as folhas para nós até 31 de março próximo. Sugerimos a meta de 4 folhas preenchidas.
 

Promotoria de Defesa Animal

(6085 signatários)

EXCELENTÍSSIMO SENHOR DOUTOR PROCURADOR-GERAL DE JUSTIÇA DE SÃO PAULO

Tendo em vista os altos índices de crueldade e danos em detrimento dos animais, a frequente impunidade dos infratores, o desinteresse das autoridades encarregadas da apuração desses crimes, o conflito de atribuições normalmente surgido entre as corporações policiais quando se trata de atender casos de animais domésticos vítimas de maus-tratos, bem como a descrença nas decisões judiciais em razão das penas irrisórias e os reiterados atos de abuso noticiados pela mídia televisiva e eletrônica, apesar da evolução do pensamento jurídico e acadêmico que atualmente já reconhece os animais como sujeitos de direito, conforme proposto na tese institucional Promotoria de Defesa Animal, aprovada em outubro de 2007, no X Congresso das Promotorias de Justiça do Meio Ambiente do Ministério Público do Estado de São Paulo, nós, abaixo-assinados, SOLICITAMOS à Vossa Excelência, em caráter prioritário, o encaminhamento à Assembléia Legislativa de projeto de lei visando a criação, na capital deste Estado, de uma pioneira PROMOTORIA DE DEFESA ANIMAL, especializada na tutela dos animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, considerados em seu valor inerente, a fim de efetivamente cumprir o mandamento constitucional preconizado no artigo 225 par. 1º, inciso VII, da Constituição Federal e o dispositivo do artigo 32 da Lei 9.605/98, de forma a melhor atender às demandas decorrentes da atribuição que é conferida ao Ministério Público pelo Decreto nº 24.645, de 10 de julho de 1934 em seu par. 3º, artigo 2.

P. Deferimento.

Published in: on 27/02/2010 at 13:55  Deixe um comentário  

Enquete sobre a Cavalgada do Mar, no RS.

Enquete sobre a Cavalgada do Mar, no RS

O Movimento Gaúcho de Defesa Animal está contra a Cavalgada do Mar denunciando maus tratos aos cavalos. O motivo foi a morte de 2 cavalos devido ao cansaço e à desidratação. Como você avalia o caso?
 
1 – Acha que as cavalgadas devem ser extintas
2 – Deve ser mantida com a troca constante de animais
3 – Seguir com um número maior de paradas para descanso
4 – Deve seguir como está
 
Vote em http://www.radioguaiba.com.br/Opiniao/Default.aspx.

Dê sua opinião tambeám através do COMENTÁRIOS deste blog ao final desta matéria. Quero saber a sua opinião sobre o assunto.

Published in: on 27/02/2010 at 13:45  Comments (7)  

Iceberg gigante se rompe e ameaça mudar correntes marítimas.

Um vasto iceberg que se descolou do continente Antártico depois de ser abalroado por outro iceberg gigante pode causar alterações nas correntes marítimas do planeta e no clima, alertaram cientistas.

Pesquisadores australianos afirmam que o iceberg – que tem aproximadamente a metade do tamanho do Distrito Federal e está flutuando ao sul da Austrália – pode bloquear uma área que produz um quarto de toda a água densa e gelada do mar.

Segundo os cientistas, uma desaceleração na produção desta água densa e gelada pode resultar em invernos mais frios no Atlântico Norte. Neal Young, um glaciologista do Centro de Pesquisa de Ecossistemas e Clima Antártico na Tasmânia, disse à BBC que qualquer interrupção na produção destas águas profundas super frias na região pode afetar as correntes oceânicas e, consequentemente, os padrões de clima ao longo de anos.

“Esta área é responsável por cerca de 25% de toda a produção da água de baixo na Antártica e, portanto, irá reduzir a taxa de circulação de cima para baixo”, afirmou Neal Young.

“Você não irá ver isso imediatamente, mas haverá efeitos corrente abaixo. E também haverá implicações para os pinguins e outros animais selvagens que normalmente usam esta área para alimentar-se”, completou.

Água aberta
O iceberg está flutuando em uma área de água aberta cercada de gelo do mar e conhecida como polinia. A água gelada e densa produzida pela polinia desce para o fundo do mar e cria a água densa salgada que tem papel-chave na circulação dos oceanos ao redor do globo.

Benoit Legresy, um glaciologista francês, afirmou que o iceberg descolou-se da Geleira Mertz, uma língua de gelo saliente de 160 km na Antártida Leste, ao sul de Melbourne. O iceberg foi deslocado pela colisão com outro iceberg maior e mais velho, conhecido como B-9B, que rompeu-se em 1987.

“A língua de gelo já está quase quebrada. Ela está pendurada como um dente frouxo”, afirmou Legresy. “Se eles (os icebergs) ficarem nesta área – o que é provável – eles podem bloquear a produção desta água densa, colocando essencialmente uma tampa na polinia”, acrescentou.

 Texto retrirado do Terra.

Published in: on 27/02/2010 at 13:28  Deixe um comentário  

Concurso premia foto de formiga que carrega mais de 100 vezes seu peso.

O Conselho de Pesquisas Científicas em Biologia e Biotecnologia (BBSRC, na sigla em inglês) anunciou que o vencedor de seu primeiro concurso de fotografia foi Thomas Endlein, da Universidade de Cambridge, pela foto acima. Ela mostra uma formiga tecelã asiática, ou Oecophylla smaragdina, carregando peso com suas mandíbulas.

A O. smaragdina pode carregar mais de 100 vezes o peso de seu próprio corpo, ainda que esteja andando de cabeça para baixo em uma superfície plana, graças a patas superpegajosas.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 27/02/2010 at 2:07  Comments (1)  

Britânicos criam microfone que captura som de átomos e moléculas.

Um super microfone, apelidado de micro-ouvido laser, está sendo desenvolvido por cientistas britânicos para escutar sons tão distantes como os feitos por células ou a reação de um micro-organismo a uma droga, por exemplo.

O funcionamento do poderoso microfone baseia-se em uma tecnologia que já existe: pinças óticas que podem ser visualizadas como balanças, nas quais esferas microscópicas de vidro ou plástico são suspensas no ar por feixes de laser. O movimento provocado por pequenos objetos nas esferas suspensas é então medido.

“Usamos a sensibilidade possibilitada por essas pinças óticas como microfones muito sensíveis”, afirmou o professor Jon Cooper, da Universidade de Glasgow, que coordena o grupo de pesquisadores das universidade de Oxford, Glasgow e do Insituto Nacional de Pesquisas Médicas de Mill Hill.

Ele afirma que essas pinças são capazes de medir e manipular forças de piconewtons, ou um milionésimo da força que um grão de sal exerce contra a superfície de uma mesa, por exemplo.

A inovação do grupo coordenado por Cooper é utilizar vários feixes de laser com as respectivas esferas suspensas para cercar e monitorar objetos de interesse, em vez de apenas um, como normalmente é feito em pinças óticas.

Esse movimento pode ser medido e usado para transformar o balanço do fluido ao redor do objeto em estudo em som. Recria-se assim, amplificado, o barulho de eventos que acontecem originalmente em escalas reduzidíssimas.

De acordo com o professor Padgett, ao cercar o objeto, será mais fácil descobrir se ele está se mexendo em consequência de sua própria ação ou de algo diferente.

Além disso, uma câmara de alta velocidade vai filmar o movimento das esferas suspensas para determinar a direção do movimento. Padgett disse que o projeto do micro-ouvido está avançando bastante bem afirmou já ter conseguido ouvir o balançar de átomos e moléculas em um fluido.

Quando o microfone estiver pronto, a ideia dos pesquisadores é iniciar sua utilização pesquisando o movimento de bactérias e micro-organismos.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 27/02/2010 at 1:57  Comments (1)  
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