O que você acha desse cartaz?

Muito triste ver este cartaz!! Muitas pessoas preferem pagar caro por cachorros de raças enquanto outros morrem de fome nas ruas da cidade.

Published in: on 31/03/2010 at 21:25  Comments (4)  

Sapos foram capazes de prever terremoto em L’Aquila, afirma estudo.

O comportamento dos sapos durante o período de acasalamento pode possibilitar “prever o imprevisível”, ou seja, um sismo, segundo estudo publicado por pesquisadores de uma universidade britânica.

Uma “alteração brusca no comportamento” dos sapos comuns machos (Bufo-bufo) foi percebida “cinco dias antes do sismo” ocorrido na cidade italiana de L’Aquila , no dia 6 de abril de 2009, de acordo com a equipe que vigiava esses anfíbios em seu local de reprodução.

Os resultados obtidos sugerem que “os sapos comuns Bufo-bufo são capazes de pressentir eventos sísmicos importantes e de adaptar seu comportamento em consequência”, disse a bióloga Rachel Grant da Universidade Open, em Milton Keynes, Reino Unido.

Junto de seu colega Tim Halliday, da Oxford, ela observava por vários dias os animais a 74 quilômetros de Áquila, no momento em que a cidade foi surpreendida pelo terremoto de magnitude de 6,3 graus, que fez 299 vítimas.

Cinco dias antes do tremor, o número de sapos machos presentes no local de reprodução brutalmente reduziu em 96%, um comportamento “altamente incomum” para esses anfíbios, segundo o estudo publicado no “Journal of Zoology”.

“Uma vez que os sapos chegam para se reproduzir, eles ficam habitualmente ativos em grande número no local de reprodução até que o período de acasalamento termine”, lembraram Grant e seu colega da Oxford. Nos três dias precedentes ao tremor, o número de casais caiu para zero.

Depois de terem abandonado o local com a proximidade do sismo, os machos retornaram para lá timidamente na lua cheia. Mas eles eram bem menos numerosos que nos anos anteriores: somente 34, contra 67 a 175 sapos contados no passado.

No dia 15 de abril, tendo se passado vários dias após o terremoto e dois dias depois da sua última réplica importante, o número de sapos continuou mais baixo que de costume.

Os pesquisadores confessam que não sabem ao certo “qual sinal ambiental” os sapos captaram com “tanta antecedência”. Mas eles destacaram que a baixa das atividades dos anfíbios coincidiu com as “perturbações pré-sísmicas na ionosfera”, camada superior da atmosfera onde os gases são ionizados (elétricos).

Essas perturbações detectadas em radiofrequências baixas podem estar ligadas a vazamentos de radônio, gás radioativo que surge do subsolo terrestre, ou às ondas gravitacionais.

Outros animais como elefantes, peixes, serpentes ou lobos também foram estudados no passado à procura de sinais precursores de sismo, sem, entretanto, fornecer dados tão concretos como os dos sapos.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 31/03/2010 at 21:02  Deixe um comentário  

Animais de abrigos não serão mais usados em experimentos em Utah, nos EUA.

Graças aos e-mails, cartas e telefonemas de milhares de defensores dos animais, os legisladores de Utah votaram, com esmagadora maioria, a alteração de uma lei estadual que determina que abrigos de animais não são obrigados a entregar cães e gatos para laboratórios, para serem usados em experimentos cruéis e mortais. O projeto de lei foi assinado no sábado, 27, pelo governador de Utah, nos Estados Unidos

A nova lei também aumenta o período que os animais podem ficar nos abrigos e incrementa os seus esforços para encontrar os tutores dos animais perdidos.

Essas mudanças positivas têm a influência de uma denúncia recente da organização em defesa dos animais PETA (Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais), que mostrou o que acontece com os animais dentro dos laboratórios da Universidade de Utah.

As imagens revelaram cenas chocantes, em que, todos os anos, mais de 100 cães e gatos abandonados, oriundos de abrigos de animais em Utah, são vendidos para a universidade para serem utilizados em experimentos invasivos, dolorosos e mortais.

Uma das imagens mostra filhotes de gatos sendo injetados com substâncias químicas em seus cérebros, fazendo com que o líquido se acumule no interior de sua cabeça. Todos os filhotes morreram.

Com esta nova lei, os animais de estimação de Utah podem ficar um pouco mais tranquilos. No entanto, ainda é preciso que a população se conscientize sobre a crueldade no abandono de aninais, deixando-os à própria sorte nas ruas, sem moradia e alimentação, sujeitos a doenças, fome, frio, e maus-tratos. Os animais são seres sencientes como nós, e devem ter seus direitos à vida, liberdade e não tortura respeitados.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 31/03/2010 at 20:53  Deixe um comentário  

Circos com animais selvagens podem ser proibidos no Reino Unido.

O banimento de animais selvagens em circos pode ser determinado por uma lei, já aprovada pela população, no Reino Unido. Quando questionados sobre o uso de animais selvagens em circos, como leões e elefantes, 94,5% do povo britânico disse que o banimento era a melhor opção, levando em consideração os direitos dos animais. Um número ainda maior, 96%, disse que circos não deviam ter permissão para adquirir animais selvagens.

O ministro britânico de bem-estar animal, Jim Fitzpatrick, disse: “Eu concordo com a visão da grande responsabilidade do governo, de que manter animais selvagens em circos não é mais aceitável. Logo, estou determinado a banir o uso de animais em circos”.

A pesquisa, que consultou mais de 10 mil britânicos, estava conectada ao Animal Defenders International (ADI), que vem fazendo campanhas pela proibição de animais em circo há 18 anos.

O chefe executivo da ADI, Jan Creamer, disse: “Todos os animais em circos itinerantes têm a sua natureza comprometida pela falta de mobilidade do circo, com confinamentos severos, torturas e maus-tratos. Além do mais, esses animais não têm nenhuma proteção legal, já que não existem regulamentos protegendo-os pelo Animal Welfare Act. É preciso proibir isso”.

A lei de banimento inclui grandes felinos (como leões e tigres) e elefantes. Porém, infelizmente, animais domésticos como coelhos, gatos e cachorros ainda serão permitidos em circos no Reino Unido.

Texto retirado do site G1.

Pelo amor de Deus, está demorando uma atitude contra o uso de animais em circos em todos os continentes.


Published in: on 31/03/2010 at 1:02  Deixe um comentário  

Qual a origem do símbolo nazista SUÁSTICA?

Não se sabe exatamente quem foi o primeiro povo a usar a suástica. Mas certamente, antes de ser adotada pelos nazistas, ela já fazia parte da cultura de vários povos, geralmente como um símbolo de sorte. A cruz gamada, como é conhecida, era uma das formas mais utilizadas nas moedas dos mesopotâmios, em 3 000 a.C. Ela aparece ainda na arte de vários povos antigos, tanto da América Central (maias) como do Norte (navajos). Para os hindus, ainda hoje funciona como um símbolo de ventura.

Mas há uma distinção entre a suástica com braços virados para a direção do relógio e aquela voltada para o sentido contrário. A primeira é usada para práticas de magia e acredita-se que seja capaz de atrair deuses maus. A que traz boa sorte tem os braços voltados para a direita e é tida como um símbolo do Sol. A última passou a ser usada como uma efígie do nazismo por sugestão do poeta nacionalista Guido List. Ele sugeriu que ela fosse adotada como símbolo das organizações anti-semitas quando o Partido Nacional Socialista foi fundado na Alemanha, em 1919.

Texto retirado da revista Super Interessante.

Published in: on 31/03/2010 at 0:33  Comments (18)  

REMÉDIOS PARA EMAGRECER PODEM CAUSAR DEPENDÊNCIA.

Dos quatro medicamentos para emagrecer mais consumidos no país, conforme a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), três são anfetaminas, drogas sintéticas que podem causar dependência no caso do uso abusivo, segundo o Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas (Ceatox) de São Paulo. São os medicamentos anorexígenos à base de anfepramona, mazindol e femproporex.

O inibidor de apetite sibutramina, também entre os mais consumidos e vendido comercialmente com os nomes de Reductil, Plenty e Sibutral, não causa dependência, segundo o Ceatox. No entanto, os remédios à base da substância terão controle mais rigoroso a partir desta terça-feira (30), de acordo com a Anvisa, porque podem aumentar o risco de problemas cardiovasculares.

O toxicologista Antônio Wong, chefe do Ceatox, explica que, entre os anorexígenos, o femproporex é o que mais pode causar dependência. “O uso abusivo da anfepramona e do mazindol também podem levar ao quadro de dependência, mas ocorre com menos frequência”, destaca.

Anfepramona, mazindol e femproporex já são remédios tarja preta, dentro do grupo “B2”, no qual é preciso que o paciente apresente uma receita especial, de cor azul, para efetivar a compra no estabelecimento farmacêutico.

A sibutramina, que era do grupo “C1”, no qual pede-se a receita branca em duas vias, passou para o grupo “B2”. A indústria farmacêutica terá 180 dias para adequar a embalagem de tarja vermelha para preta, mas os médicos já devem começar a prescrever com a receita azul. Confira no infográfico abaixo os remédios que podem causar dependência.

Wong informou que, embora a sibutramina seja um inibidor de apetite, também é usado como antidepressivo. “Ele é eficiente como antidepressivo, mais que a fluoxetina (vendido com os nomes comerciais Prozac e Daforin). O controle não se deu por causa do perigo do uso abusivo, mas sim porque estudos mostram o risco cardiovascular, arritmia. A Europa retirou do mercado, mas o governo brasileiro, para não deixar os endocrinologistas sem opção, aumentou a fiscalização”, destaca o toxicologista, que presta consultoria para a Anvisa.

O toxicologista destaca que não há uso abusivo somente entre os remédios que causam dependência. “Pode haver uso abusivo de todo tipo de medicamento. Se a pessoa se sente bem com o remédio, pode acabar tomando mais do que o receitado pelo médico”, destaca.

Antônio Wong afirma que o uso abusivo dos anorexígenos afetam a coordenação motora. Há relatos de pessoas que morreram devido ao consumo em excesso.

Em entrevista ao G1 sobre o uso abusivo de medicamentos, o Ministério da Saúde afirmou que o governo se preocupa com a questão: “É um problema grave no Brasil. (…) Acho importante abordar essa situação porque, para a saúde pública, as drogas ilegais, legais e prescritas podem apresentar danos comparáveis. Nós sabemos que, de todas as drogas, as mais danosas são duas legais, o álcool e o tabaco. E, entre as que não são ilegais, existe ainda o problema dos medicamentos que podem causar dependência”, disse o coordenador geral de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas, Pedro Gabriel Godinho Delgado.

Consumo

Segundo dados divulgados pela Anvisa nesta terça, que integram o primeiro relatório do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC), que começaram a ser coletados em 2007, os quatro anorexígenos tiveram consumo de quase seis toneladas no ano passado. Deles, os mais consumidos foram, pela ordem: anfepramona (3 toneladas), sibutramina (1,8 tonelada), femproporex (1,04 tonelada) e mazindol (2 kg).

Os dados se referem às informações repassadas por 38.500 estabelecimentos farmacêuticos, cerca de 62% da rede privada no país. A Anvisa destacou que não é possível aferir se houve alta no consumo pois se trata do primeiro relatório.

Além dos quatro anorexígenos mais vendidos, a Anvisa também verificou dados de venda do antidepressivo fluoxetina (3,5 toneladas em 2009) e do estimulante metilfenidato (174 kg em 2009), para tratamento de Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), que faz parte do grupo das anfetaminas e também pode causar dependência devido ao uso abusivo.

Na avaliação da Anvisa, o SNGPC permite um maior controle para conter o uso abusivo de medicamentos. “Assegura um controle muito mais estrito e, conseqüentemente, promove o uso racional dos medicamentos que podem causar dependência física ou psíquica”, diz a Anvisa em nota.

Maiores prescritores

Ao analisar os dados do sistema, o órgão de vigilância sanitária verificou que entre os 10 maiores prescritores dos anorexígenos não estão profissionais ligados à área de endocrinologia, o que seria esperado.

O maior prescritor do femproporex é um dermatologista, conforme a Anvisa. Entre os dez maiores prescritores de sibutramina, está um médico do tráfego, que cuida da saúde de caminhoneiros e profissionais do trânsito. Entre os dez médicos que mais prescreveram anfepramona no Brasil no ano passado, estão um ginecologista e outro gastroenterologista. Entre os que mais prescrevem o emagrecedor mazindol há um pediatra.

A Anvisa disse que comunicou ao Conselho Federal de Medicina sobre os maiores prescritores dos medicamentos anorexígenos, para que seja investigado se há irregularidades.

Manipulados

Segundo dados da Anvisa, a anfepramona, também conhecida por dietilpropiona, é vendida pelo menos quatro vezes mais na forma manipulada do que na industrializada. “[Isso] pode ser justificado pela diferença de preço deste medicamento manipulado, que geralmente é muito menor que o preço dos produtos industrializados vendidos em drogarias e pela tendência de dosagem personalizada para cada paciente”, diz nota da Anvisa. A sibutramina também é vendida mais na forma manipulada.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 31/03/2010 at 0:24  Comments (2)  

PROBLEMAS CAUSADOS PELO DESMATAMENTO!

Vejam um dos problemas que o desmatamento está trazendo para a população canina.

ADOROOOOO!!!

Published in: on 31/03/2010 at 0:16  Comments (1)  

Superstições africanas que matam os albinos.

Apresentamos aqui um relato sobre a situação dos albinos na Africa, mais precisamente em Tanzânia. Leiam aqui sobre os horrores e os sofrimentos que simples crenças e superstições podem causar às pessoas. É ridículo que em pleno seculo XXI exista esse tipo de coisa. Mas em um planeta que possui quase 7 bilhões de pessoas e o acesso à educação é bem escasso, então podemos esperar mais ocorrências deste tipo. Já temos os nossos evangélicos aqui no Brasil com a sua cota de estupidez e ignorância. Mas a Africa é infeliz por vários motivos.

Samuel Mluge sai do seu escritório e observa a calçada. Seus olhos azuis se movem de um lado para o outro, de um lado para o outro, tentando obter um foco. O sol costumava ser seu maior inimigo, mas agora ele tem outros. Mluge é albino, e na Tanzânia de hoje sua pele rosada tem um preço. “Sinto-me como se estivesse sendo caçado”, ele disse.

A discriminação contra albinos é um problema sério em toda a África subsaariana, mas recentemente na Tanzânia tem havido um aspecto novo e cruel: pelo menos 19 albinos, incluindo crianças, foram mortos e mutilados no ano passado, vítimas do que oficiais da Tanzânia afirmam ser um comércio criminoso crescente de partes do corpo de albinos.

Muitas pessoas na Tanzânia – e em toda a África – acreditam que albinos têm poderes mágicos. Eles se destacam, geralmente são o rosto branco e solitário na multidão negra, resultado de uma condição genética que prejudica a pigmentação normal da pele e atinge uma em cada 3.000 pessoas aqui. Oficiais da Tanzânia afirmam que médicos agora estão comercializando peles albinas, ossos e cabelo como ingredientes em poções que prometem enriquecer.

À medida que as ameaças aumentam, o governo da Tanzânia se mobilizou para proteger sua população albina, um grupo já discriminado, cujos membros são freqüentemente rejeitados e morrem de câncer de pele antes dos 30 anos.

A polícia está elaborando listas de albinos em cada canto do país a fim de protegê-los de uma forma melhor. Oficiais estão escoltando crianças albinas a caminho da escola. O presidente da Tanzânia até patrocinou uma mulher albina para um cargo no Parlamento, a fim de demonstrar que “estamos com eles nessa”, disse Salvator Rweyemamu, porta-voz do governo da Tanzânia.

Rweyemamu disse que a explosão de assassinatos é o oposto do que a Tanzânia tem lutado para conseguir; após anos de políticas econômicas socialistas fracassadas, o país finalmente está passando por desenvolvimento, investimentos e mudanças. “O caso é sério, pois dá continuidade a algumas das percepções da África das quais estamos tentando fugir”, ele disse.

Mas as mortes continuam. Elas se espalharam para o país vizinho, o Quênia, onde uma mulher albina foi dilacerada até a morte no fim de maio, tendo seus olhos, língua e seios arrancados. Defensores dos albinos também disseram que médicos bruxos estão vendendo pele albina no Congo.

Geralmente, os mais jovens são o alvo. No começo de maio, Vumilia Makoye, 17 anos, estava jantando com sua família em uma cabana na parte ocidental da Tanzânia quando dois homens apareceram portando facões.

Vumilia era como muitos outros africanos com albinismo. Ela havia abandonado a escola porque sofria de miopia severa, um problema comum em albinos, cujos olhos se desenvolvem de forma anormal, fazendo com que tenham que segurar objetos como livros e celulares a cinco centímetros de distância para conseguir vê-los. Ela não conseguia arrumar um emprego porque ninguém queria contratá-la. Vumilia vendia amendoim no mercado, o que lhe rendia US$ 2 por semana, enquanto sua pele delicada era queimada pelo sol.

Quando a mãe de Vumilia, Jeme, viu os homens com facões, tentou bloquear a porta da cabana. Mas os homens eram mais fortes que ela e conseguiram invadir. “Eles cortaram minha filha rapidamente”, ela disse, fazendo gestos de dilaceramento com as mãos. Os homens serraram as pernas de Vumulia na altura dos joelhos e fugiram com o pedaço do corpo. Vumilia morreu.

Yusuph Malogo, que mora ali perto, teme que ele possa ser o próximo. Ele também é albino e trabalha por conta própria em uma plantação de arroz. Hoje ele carrega um apito prateado, bem alto, para chamar ajuda. “Estou em fuga”, ele disse.

Ele tem 26 anos, sua pele é grossa e com aparência de couro, devido aos efeitos do sol, fazendo com que ele aparente ser 20 anos mais velho.

Muitos albinos estão recorrendo à Sociedade Albina Tanzaniana para pedir ajuda. Mas o grupo de defesa sem fins lucrativos opera com menos de US$ 15 mil por ano. Isso não é suficiente para o filtro solar, chapéus e roupas protetoras que podem salvar vidas.

Mluge, 49 anos, é o secretário geral da sociedade. Ele cresceu com crianças jogando giz nele na sala de aula. Ele disse que aprendeu a viver sendo constantemente provocado, agredido e ridicularizado. “Mas nunca tivemos tanto medo quanto hoje”, ele disse.

Al-Shaymaa J. Kwegyir, nova albina do Parlamento da Tanzânia, disse: “As pessoas acham que temos sorte, por isso estão nos matando. Mas não temos sorte”. Ela afirmou ser uma maldição ter nascido na África equatorial, onde o sol é impiedoso, com pouco ou nenhum pigmento de proteção na pele.

Não é por acaso que o escritório da Sociedade Albina Tanzaniana funciona no mesmo lugar de um hospital de câncer. Muitos dos membros da sociedade estão doentes.

O cheiro daquele departamento é fortíssimo, um misto de pomada para queimadura e pele em decomposição. Muitos dos pacientes albinos estão cobertos de cicatrizes, feridas, marcas e queimaduras.

Um paciente, Nasolo Kambi, sentou-se em sua cama, recuperando-se de uma sessão recente de quimioterapia contra o câncer de pele. Seus braços estavam cheios de manchas de cor marrom escuro, como manchas de tinta em um papel branco. “As pessoas dizem que não morremos”, ele disse, referindo-se a uma superstição de que albinos simplesmente desaparecerem quando envelhecem. “Mas morremos”.

Policiais disseram que os assassinatos dos albinos foram piores em áreas rurais, onde as pessoas tendem a ter menos instrução e serem mais supersticiosas. Eles disseram que alguns pescadores até trançavam cabelos de albinos em suas redes, acreditando que assim conseguiriam pescar mais peixes.

A polícia está perplexa e não consegue explicar precisamente porque está havendo uma onda de assassinatos de albinos agora. O comissário Paul Chagonja afirmou que um movimento de filmes nigerianos, que divulga a bruxaria, pode ter alguma relação junto com o aumento de preço dos alimentos, que tem sido desesperador.

“Esses médicos bruxos têm muitas crenças estranhas”, ele disse. “Houve um rumor, não faz muito tempo, de que se você tiver a cabeça careca enquanto pesca, enriquecerá. Outro dizia que se você espalhar sangue no chão de uma mina, você encontrará ouro. Esses rumores vêm e vão. O problema é que as pessoas que obedecem aos médicos bruxos não os questionam”.

Mluge disse que as pessoas cochicham ao seu redor toda vez que ele anda pela calçada. “Eu escuto pessoas dizendo ‘Negócio fechado, negócio fechado. Vamos levá-lo e ganhar um dinheiro’”. Ao menos em casa ele não é uma aberração. Sua mulher é albina. E todos os seus cinco filhos. Alguns deles já tiveram câncer de pele na adolescência.

A noite costumava ser deles, um momento quando Mluge e seus filhos e filhas de pele clara podiam passear juntos na rua sem ter que se preocupar com o sol. Agora eles ficam trancados, olhando através das grades.

Há apenas algumas semanas, enquanto os filhos de Mluge dormiam, um carro parou na frente da casa dele e quatro homens saíram para olhar em volta. “Estou preocupado”, ele disse. “Eles sabem que estamos aqui”.

Texto retirado do site Ceticismo.net

Published in: on 28/03/2010 at 22:14  Comments (4)  

Já somos avós de tartarugas marinhas!!

Um dos mais importantes eventos comemorativos dos 30 anos do Tamar programados para este ano vai acontecer no sábado, 10/4, a partir das 16:30 horas: é a soltura simbólica simultânea do filhote número 10.000.000, nascido sob a proteção do Tamar, marca alcançada nesta última temporada (2009/2010). A soltura acontecerá em todas as bases de pesquisa do país, de Santa Catarina ao Ceará, inclusive nos Estados onde há mais de uma base, como é o caso de Bahia, Sergipe e Espírito Santo.

O oceanógrafo Guy Marcovaldi, coordenador nacional do Projeto Tamar/ICMBio, patrocinado nacionalmente pela Petrobras, chama esse evento de “o dia da volta”. Lembra que as tartarugas marinhas nascidas sob a proteção do Tamar, há 30 anos, quando o Projeto foi criado, só agora atingiram a maturidade sexual e estão retornando à praia onde nasceram para depositar sua primeira desova. Assim, os filhotes que nesta temporada seguem para o mar representam a segunda geração protegida pelo Tamar. “Os primeiros foram como filhos para todas as equipes envolvidas nos esforços de conservação. Estes, que nascem agora, são os nossos netos”, completa Guy Marcovaldi.

As solturas programadas de filhotes à beira-mar são tradicionalmente organizadas durante as temporadas anuais, contando sempre com a participação do público, entre turistas e as comunidades locais. Elas integram o pacote de ações do Tamar que visam a divulgação, informação, sensibilização e educação ambiental, pois os participantes aprendem um pouco sobre o ciclo reprodutivo das tartarugas marinhas. É uma das atividades que mais atraem o interesse do público, em qualquer praia onde aconteça.

Longo prazo – O Tamar mantém atualmente 23 bases de conservação e pesquisa, cobrindo cerca de 1.100km de praias em nove Estados do Brasil (Bahia, Sergipe, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina). A cada ano cerca de 20 mil ninhos são protegidos, gerando aproximadamente um milhão de filhotes/ano.

Desde o inicio, as ações de conservação promovem também o envolvimento das comunidades litorâneas. Para tanto foi decisivo o fomento de alternativas econômicas sustentáveis que geram renda e serviços diretos para mais de 1.300 pessoas das populações costeiras, proporcionando melhorias na qualidade de vida. “Hoje, as comunidades já compreendem que uma tartaruga marinha vale muito mais viva do que morta”, afirma Guy Marcovaldi.

Apesar dessas conquistas, completa Marcovaldi, as tartarugas marinhas ainda estão ameaçadas de extinção, sobretudo por artes de pesca como redes de emalhe, espinhel e arrasto, além do desenvolvimento costeiro desordenado, o lixo e a poluição do mar. Por se tratarem de animais altamente migratórios, de vida longa e maturação sexual tardia, é necessário dar continuidade às atividades de manejo, proteção e pesquisa, numa perspectiva de longo prazo. “Por isso, nossa meta principal é manter as estações de trabalho e orientar estudos que possam preencher lacunas de conhecimento sobre a biologia das espécies e o status das populações, contribuindo assim para um melhor desempenho das ações de conservação”.

Parabéns, PROJETO TAMAR!

Published in: on 28/03/2010 at 21:57  Deixe um comentário  

Iniciação científica no René Rachou: formas de ingresso.

O Centro de Pesquisas René Rachou (CPqRR) da Fundação Oswaldo Cruz de Minas Gerais (Fiocruz Minas) possui, no site da instituição, local para cadastro de candidatos interessados em participar do programa de iniciação científica da instituição.

Na maioria das vezes, é por meio dele que orientadores do CPqRR buscam e conhecem estudantes e pesquisadores que farão parte das pesquisas desenvolvidas no René Rachou. O cadastro no banco de candidatos é feito durante todo o ano e os dados cadastrados permanecem à disposição da Fiocruz Minas por 12 meses.

Para se cadastrar, é preciso preencher um formulário com o perfil do candidato e enviar, juntos, currículo e histórico escolar. Por meio desses dados, os orientadores vão analisar quais interessados são mais adequados para o projeto ou a linha de pesquisa em questão.

Os mais adequados são, então, convidados pelo responsável pela pesquisa para os processos seletivos em aberto. Entre os compromissos do candidato, fazem parte: estar regularmente matriculado em curso de graduação de instituição de ensino superior que seja reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC), rendimento médio acima ou igual a 75% e não ter reprovação em disciplinas afins com as atividades do projeto de pesquisa.

O endereço para mais informações e para se cadastrar no banco de candidatos da Fundação Oswaldo Cruz de Minas Gerais é www.cpqrr.fiocruz.br/cadpibic.

Assessoria de Comunicação Social
Centro de Pesquisas René Rachou – Fiocruz Minas

Published in: on 28/03/2010 at 14:27  Deixe um comentário  
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