Mudanças climáticas podem afetar oferta de alimento no mundo.

As mudanças climáticas já causam efeitos sobre a segurança alimentar no mundo. A afirmação foi feita pelo professor Ewen Todd, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, durante o simpósio da Associação Americana para o Avanço da Ciência, de acordo com informações do site Science Daily.

O professor organizou um estudo sobre como as alterações climáticas afetam a segurança alimentar – vários especialistas apontam que o problema vai piorar nos próximos anos se as causas das mudanças climáticas não forem enfrentadas.

“A mudança climática é inevitável e causa implicações para produtos vegetais e animais”, disse Todd, que também afirmou que existe uma série de exemplos dos efeitos sobre a oferta mundial de alimentos.

Um deles é o Vibrio, um patógeno encontrado em águas quentes do oceano que, associado aos alimentos, pode provocar doenças. De acordo com o pesquisador, o patógeno se tornou mais comum no norte dos Estados Unidos nos últimos anos com o aumento da temperatura da água.

O estudioso citou as condições meteorológicas extremas, como secas e chuvas intensas, como causadores de impacto sobre a oferta mundial de alimentos. Segundo ele, em algumas áreas, as culturas estão sendo gradativamente eliminadas, resultando em aumento nos preços dos produtos e outros problemas, como as doenças.

Texto retirado do site Terra.

 

Published in: on 22/02/2011 at 22:06  Deixe um comentário  

Cientistas chilenos desenvolvem vacina contra alcoolismo.

Cientistas da Universidade do Chile trabalham no desenvolvimento da primeira vacina contra o alcoolismo, baseada em uma mutação genética presente em 20% da população asiática, divulgou o médico coordenador do projeto, Juan Asenjo.

Essa parte da população da Ásia sofre consequências tão severas ao consumir álcool que isto inibe seu vício, explicou Asenjo, médico da universidade e chefe dos pesquisadores, porque não possui um gene que produz a enzina “aldeído desidrogenase”, que metaboliza o álcool no organismo. Sem essa enzima, ao beber “ocorre uma reação tão forte que as pessoas não tomam o álcool”, explicou.

A vacina consiste em induzir a mutação nas células do fígado através de um vírus que transmite esta informação genética. Atua sob o mesmo princípio sobre o qual são elaborados os parches e remédios utilizados para controlar o vício em álcool, mas sua eficácia seria maior porque, diferentemente das fórmulas anteriores, não depende da vontade imediata do paciente e tem menos efeitos colaterais.

A vacina, portanto, aumentaria os enjoos, a sensação de náusea e a vasodilatação nos viciados. “Com a vacina, a vontade de beber será muito pequena devido às reações que terá”, disse o médico.

O princípio já foi testado com sucesso em ratos alcoólatras, nos quais o consumo do álcool diminuiu em 50%. “A ideia é que nos seres humanos o consumo de álcool diminua entre 90% e 95%”, acrescentou Asenjo.

“A vacina é específica para as células do fígado. Os emplastros (parches) afetam todas as células e têm muitos efeitos colaterais”, explicou Asenjo.

Após demonstrar seu princípio ativo, os cientistas trabalham agora para cultivar as células necessárias para produzir o vírus em reatores e em grandes quantidades. Depois vem a fase de otimizar a produção, purificar o vírus e a aprovação por parte de diferentes comitês de ética e institutos de saúde pública.

“Durante este ano será feita a produção em grande escala e depois serão realizados testes pré-químicos em animais para determinar a dose. Posteriormente, em 2012, serão realizados testes químicos na fase 1 em humanos”, explicou Asanjo.

Se os resultados em humanos forem bem-sucedidos, bastaria que o paciente tomasse a vacima uma vez por mês para começar a sentir os sintomas por um período prolongado, o que desestimularia o vício.

O alcoolismo é o principal fator de risco de doenças entre os chilenos e gera acidentes de trânsito, cirrose e depressões, que são as principais causas de morte no Chile, segundo um estudo oficial divulgado em setembro de 2008.

Texto retirado do site Terra.

Published in: on 21/02/2011 at 22:09  Comments (2)  

Chá verde protege contra Alzheimer e câncer.

Um estudo da Universidade de Newcastle, na Grã-Bretanha, indica que o chá verde pode proteger o cérebro de doenças como o Mal de Alzheimer e outros tipos de demência.

A pesquisa, divulgada na publicação especializada Phytomedicine, também sugere que o antigo remédio chinês que tem-se popularizado no mundo todo também pode ter um papel muito importante na proteção do corpo contra o câncer.

No estudo, os cientistas investigaram se as propriedades benéficas do chá verde, que já tinham sido comprovadas no chá recém-preparado e não digerido, ainda se mantinham ativas uma vez que o chá fosse digerido.

De acordo com Ed Okello, professor da Escola de Agricultura, Alimento e Desenvolvimento da Universidade de Newcastle e que liderou o estudo, a digestão é um processo vital para conseguir os nutrientes necessários, mas também significa que nem sempre os compostos mais saudáveis dos alimentos serão absorvidos pelo corpo, podendo se perder ou modificar no processo.

Resistente à digestão

“O que foi realmente animador neste estudo é que descobrimos que, quando o chá verde é digerido pelas enzimas do intestino, os compostos químicos resultantes são até mais eficazes contra gatilhos importantes do Alzheimer do que a forma não digerida do chá”, disse.

“Além disso, também descobrimos que os compostos digeridos (do chá verde) tinham propriedades contra o câncer, desacelerando de forma significativa o crescimento de células do tumor que usamos em nossas experiências”, acrescentou.

Na pesquisa, a equipe trabalhou em conjunto com cientistas da Escócia, que desenvolveram uma tecnologia que simula o sistema digestivo humano. Graças a esta tecnologia, a equipe de Newcastle conseguiu analisar as propriedades protetoras dos produtos da digestão do chá.

Chás verde e preto

Dois compostos já são conhecidos por seu papel importante no desenvolvimento do Alzheimer, o peróxido de hidrogênio e uma proteína conhecida como beta-amilóide.

Pesquisas anteriores mostraram que compostos conhecidos como polifenóis, presentes nos chás verde e preto, tem propriedades neuroprotetoras, pois se ligam a compostos tóxicos e protegem as células do cérebro.

Quando ingeridos, os polifenóis são quebrados e produzem uma mistura de compostos. Foram estes compostos que os cientistas testaram agora.

“É uma das razões pela qual temos que ser tão cuidadosos quando fazemos afirmações a respeito dos benefícios para a saúde de vários alimentos e suplementos”, disse Okello.

“Existem certos compostos químicos que sabemos que são benéficos e podemos identificar alimentos que são ricos nestes compostos, mas o que acontece durante o processo de digestão é crucial para saber se estes alimentos estão mesmo nos fazendo bem”, afirmou.

Proteção das células

Os cientistas usaram modelos de células de tumor, expondo estas células a várias concentrações de diferentes toxinas e aos compostos do chá verde digerido.

“Os compostos químicos digeridos (do chá) protegeram as células (saudáveis), evitando que fossem destruídas pelas toxinas”, disse Okello.

“Também observamos que eles afetaram células cancerosas, desacelerando de forma significativa seu crescimento.”

“O chá verde é usado há séculos na medicina tradicional chinesa, e o que temos aqui dá provas científicas do porquê pode ser eficaz contra algumas das doenças mais importantes que enfrentamos hoje”, acrescentou.

Texto retirado do jornal O Tempo.

Published in: on 21/02/2011 at 22:01  Deixe um comentário  

As descobertas e a vida do médico mineiro Vital Brazil.

Em 1911, o imunologista Maurice Arthus concluiu uma experiência na França que confirmou os mais importantes trabalhos do médico Vital Brazil, que, 10 anos antes, havia demonstrado que a ação dos soros antiofídicos é específica, ou seja, cada soro imuniza apenas contra o veneno de um gênero de cobra. O antissoro contra o veneno da cascavel (gênero Crotalus), por exemplo, não serve para quem for picado pela jararaca (gênero Bothrops) e vice-versa. A investigação do pesquisador francês encerrou definitivamente qualquer controvérsia sobre as descobertas realizadas em Botucatu, no interior de São Paulo, e principalmente no Instituto Butantan, que vinham salvando muitas vidas no país. Também em 1911, em fevereiro, Vital Brazil publicou A defesa contra o ofidismo, uma obra que compilou seu amplo conhecimento sobre cobras brasileiras e a profilaxia contra os venenos.  A investigação de Arthus serviu apenas para tornar oficial na Europa o que já havia sido comprovado na prática no Brasil, quando o Butantan começou a distribuir soro antiofídico para agricultores.

Vital Brazil Mineiro de Campanha (1865-1950) era, como seu nome esclarece, natural de Campanha (MG). Formou-se na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, em 1891, e foi clinicar no interior de São Paulo, admitido no Serviço de Saúde Pública do estado. Passou por outras cidades, mas teve sua atenção especialmente despertada em Botucatu, onde havia um número elevado de trabalhadores do campo atacados por cobras venenosas. Foi lá que começou a testar a eficácia de extratos de plantas contra o veneno que matava, às vezes, em poucas horas. Quando foi trabalhar no então Instituto Bacteriológico em 1897, com Adolpho Lutz, suas experiências se voltaram para o uso da própria peçonha da cascavel e da jararaca na tentativa de imunizar cães e cabritos. O sucesso obtido levou à fabricação dos primeiros soros antiofídicos em 1901, mesmo ano de nascimento oficial do Instituto Butantan. “Mas para obter o veneno e fabricar o soro era preciso ter a cobra. Por isso montou um esquema de permuta entre agricultores de todo o estado: quem enviasse serpentes ao Butantan ganhava em troca soro e seringas para aplicar quando preciso”, conta Nelson Ibañez, diretor do Laboratório de História da Ciência do Butantan.

O cientista não partiu do zero. Ele conhecia os trabalhos dos franceses Césaire Philalix e Gabriel Bertrand feitos em 1894, que indicavam ser possível neutralizar toxinas utilizando antitoxinas extraídas do sangue de animais imunizados contra o veneno da Vipera aspis, serpente do sudoeste da Europa. Simultaneamente, o também francês Albert Calmette chegou à mesma conclusão ao trabalhar com a Naja tripudians, típica da Ásia. Em 1896, Calmette produzira um soro contra a naja, que considerava eficaz contra todos os venenos de qualquer serpente. Vital Brazil mostrou, porém, desde o início de suas próprias pesquisas, em 1897, que essa tese não era verdadeira. O soro de Calmette, fabricado no Instituto Pasteur de Lille, na França, não tinha efeito sobre a ação da peçonha das cobras brasileiras. Brazil e o francês iniciaram um debate científico por cartas que durou vários anos, até a tese sobre a especificidade do veneno obter reconhecimento internacional. Em 1914 A defesa contra o ofidismo foi também editada na França.

“Além do aspecto social, os estudos de Vital Brazil tiveram grandes implicações no desenvolvimento da imunologia”, diz Osvaldo Augusto Sant’Anna, do Laboratório de Imunoquímica do Butantan, bisneto do cientista e coordenador do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Toxinas. “Ele mostrou como usar as toxinas a nosso favor. Hoje há anti-hipertensivos e analgésicos poderosos que também derivam da peçonha de serpentes.”

Texto recebido por email pelo site Galápagos.

Published in: on 19/02/2011 at 22:14  Deixe um comentário  

VI Encontro Brasileiro para o Estudo de Quirópteros

A Sociedade Brasileira para o Estudo de Quirópteros tem o prazer de anunciar a realização do VI ENCONTRO BRASILEIRO PARA O ESTUDO DE QUIRÓPTEROS, que acontecerá de 12 a 15 de abril de 2011, em Maringá, Paraná e terá como tema: “Formação e informação para o avanço na quiropterologia brasileira”. O evento ocorrerá na Universidade Estadual de Maringá – UEM.

Desejamos que o evento traga importantes momentos de discussão, haja vista que serão abordados temas de relevante interesse para a quiropterologia nos seus mais distintos aspectos, proporcionando aos participantes uma ampla visão das diferentes abordagens dadas ao estudo dos morcegos no Brasil. A partir daí, será possível identificar as fronteiras do conhecimento e as estratégias para superá-las, desenvolvendo uma ciência de qualidade, em harmonia com a conservação e a educação.

As inscrições serão feitas a partir de novembro e as vagas serão limitadas a 170 inscritos. Os participantes que forem sócios em dia com a SBEQ terão desconto na inscrição para o evento, que será composto por palestras, mesas-redondas, apresentações orais e de painéis e saída a campo para iniciantes na pesquisa com morcegos.

Fale conosco: ebeq.2011.maringa@gmail.com

Texto recebido por email pelo CRBio.

Published in: on 19/02/2011 at 20:40  Deixe um comentário  

22º Congresso Brasileiro de Parasitologia em São Paulo

O 22º Congresso Brasileiro de Parasitologia será realizado de 24 a 28 de agosto de 2011 em São Paulo (SP).

O tema deste ano do evento é: Parasitologia – Valorização do Conhecimento e Aplicabilidade. O Congresso será composto de palestras, conferências e workshops.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 28 de fevereiro.

Mais informações:www.parasitologia.org.br .

Texto recebido por email pelo CRBio.

Published in: on 19/02/2011 at 20:33  Deixe um comentário  

Curso de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde.

Carga Horária: 18 horas/aula

Data das aulas: 25 e 26 de fevereiro de 2011

Programa

Noções Básicas sobre Resíduos de Serviços de Saúde – conceituar resíduo; conceituar Risco Biológico e Risco Ambiental; entender a Cadeia de Infecção; entender a importância de um PGRSS; identificar os diversos tipos de resíduos e conhecer suas diferenças; classificar os resíduos; identificar os principais pontos de geração de resíduo em um Estabelecimento Assistencial à Saúde – EAS e os tipos de resíduos aí gerados. Acondicionamento e Embalagens – conhecer as normas técnicas e os princípios necessários ao adequado acondicionamento dos resíduos; identificar as embalagens e os cuidados necessários com os resíduos de serviços de saúde, de acordo com o grupo em que estão classificados. Procedimentos adotados com os Resíduos – conhecer os procedimentos que devem ser adotados para se manusear os resíduos de cada grupo; avaliar os procedimentos adotados com os resíduos gerados em seu local de trabalho. Coleta, Armazenamento e Transporte Interno – nomear as condições necessárias para realização da Coleta Interna I e II; elaborar roteiro para coleta interna, adequando-o às condições do EAS; conhecer as formas de se armazenar adequadamente cada um dos diferentes tipos de resíduo; avaliar as formas de coleta interna earmazenamento adotadas em seu local de trabalho. Tratamento, Transporte Externo e Destinação Final – conhecer as principais formas de tratamento, transporte externo e destinação final dos resíduos de acordo com cada um dos grupos de resíduos estudados; concluir sobre o que é importante tratar; identificar quais são os resíduos que devem ser sistematicamente enviados para o sistema de tratamento. Elaboração de um Plano de Gereciamento de Resíduos de Serviços de Saúde – PGRSS – conhecer os princípios e diretrizes necessárias para uma gestão econômica dos resíduos de serviços de saúde; identificar as condições necessárias para implantar um PGRSS; elaborar um PGRSS.

Público Alvo

Curso de extensão na área de gestão ambiental de grande utilidade para profissionais da área da Saúde ou ligados à área de Meio Ambiente. Aplicável também a profissionais de nível médio que atuem nas respectivas áreas. Ao final do curso os participantes estarão aptos a aplicar os princípios e diretrizes básicas para uma gestão adequada e econômica de resíduos de serviços de saúde, assim como estarão aptos a elaborar um PGRSS.

Professora: Carla Cardozo Assad

Curso de Licenciamento Ambiental – 18 horas/aula

Aulas: 2ª e 3ª feira, o dia todo

Veja em  http://www.institutoaqualung.com.br/curso_de_licenciamento.html

Informações Gerais

Dias das aulas: 6ª feira e sábado, o dia todo

Data das aulas: 25 e 26 de fevereiro de 2011

Horário das aulas: de 8h30min às 17h20min

Carga Horária: 18 horas/aula

Valor do cursoR$ 390,00 (R$ 90,00 de inscrição + 2 parcelas de R$ 150,00, podendo ser pagos com Cartão de Crédito, Visa Electron, Rede Shop, Boleto Bancário, Cheque ou Depósito em conta)

Coordenação: José Aurélio Ferreira

Organização geral: Marcelo Szpilman

Informações e Inscrições
Instituto Ecológico Aqualung
Tels: (21) 2558-3428 ou 2558-3429 ou 2556-5030
E-mail: instaqua@uol.com.br
Site: http://www.institutoaqualung.com.br

Published in: on 19/02/2011 at 20:25  Deixe um comentário  

Pesquisa apresenta dados inéditos sobre hibernação de ursos.

O metabolismo de ursos negros do Alasca sofre uma forte queda durante a hibernação, mas a temperatura corporal apenas diminui, um fenômeno totalmente surpreendente para os cientistas, segundo trabalhos  publicados nesta semana.

Ao contrário de outros mamíferos que hibernam, os ursos negros separam temperatura e metabolismo durante este longo período de sono invernal.

Além disso, a queda da atividade metabólica, que chega a 25% do normal, persiste semanas depois do fim da hibernação, na primavera, de acordo com os estudos científicos.

Este fenômeno é surpreendente, pois no geral considera-se que as atividades dos processos químicos e biológicos em um organismo em hibernação diminuam cerca de 50% para cada redução de dez graus de temperatura do corpo, explicaram os autores da pesquisa apresentada na conferência AAAS (Associação Americana para o Avanço da Ciência), reunida em 17 e 21 deste mês, em Washington (EUA).

A pesquisa também sairá na edição desta sexta-feira da revista “Science”, publicada pela associação.

Os ursos negros do Alasca sofrem apenas uma queda em sua temperatura interna de cinco ou seis graus, apesar de seu metabolismo diminuir 75%.

“Sabíamos que a temperatura destes ursos caía alguns graus durante a hibernação, mas nesta observação constatamos que estes animais regulam sua temperatura interna segundo ciclos que variam durante vários dias”, explicou à imprensa Oivind Toien, biólogo da Universidade do Alasca e principal autor desta pesquisa.

“Semelhante fenômeno não ocorre nos animais menores que hibernam e não o observamos nos mamíferos que conhecemos”, acrescentou.

Texto retirado do site Folha.Com.

Published in: on 18/02/2011 at 21:16  Comments (1)  

Se um cachorro fosse professor …

Para melhor visualização da gravura, clique nela.

Recebido por email.

OBS: Pai, obrigada pelo email. Amei!

Published in: on 18/02/2011 at 21:11  Deixe um comentário  

10ª Conferência da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes em Salvador.

A 10ª Conferência da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes é uma promoção da Sociedade Internacional de Ciências em Sementes (International Society for Seed Science), em parceria com a Universidade Federal da Bahia.

O objetivo é debater sobre o futuro global das ciências em sementes no cenário agrícola e no da biodiversidade vegetal, tendo como tema principal “Ciências em Sementes no Século XXI”.

O evento será realizado de 10 a 15 de abril de 2011, no Hotel Sauípe Class – Costa do Sauípe (a 80 Km de Salvador, no litoral norte do estado da Bahia). Terão descontos as inscrições feitas até o dia 25 de fevereiro de 2011.

Mais informações: www.seedscience2011.com.br .

Texto recebido pelo CRBio 4.

Published in: on 18/02/2011 at 21:06  Deixe um comentário  
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