2ª Cãominhada Unificada em BH dia 01/04. Participe!

Mais informações: www.caoviver.com.br.

Published in: on 31/03/2012 at 21:05  Deixe um comentário  

Cursos “Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas” e “Biologia da Conservação” em Barbacena/MG.

Grupo Brasil Verde e a Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Diaulas Abreu (FAPE) do Instituto Federal de Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, com o apoio do Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas, realizarão durante o ano de 2012 os cursos “Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas” e “Biologia da Conservação” no município de Barbacena (MG), no IF Sudeste MG – Campus Barbacena.

Os cursos acontecerão em dez encontros de abril a dezembro, uma vez por mês, com aulas aos sábados à tarde (14:00 às 19:00) e domingos pela manhã (9:00 às 13:00). A abertura do curso será no dia 21 de abril.

Os cursos são destinados a qualquer pessoa que pretenda se preparar para o mercado de trabalho atuando em áreas ligadas à Conservação da Natureza e Educação Ambiental. Temos por objetivo capacitar e aperfeiçoar profissionais para atuarem em órgãos públicos, ONG´s, empresas privadas e instituições de ensino e pesquisa. Por se tratar de um curso livre, há maior flexibilidade de trabalho garantindo uma formação dinâmica e atualizada.

Os interessados em obter informações e se inscreverem devem se dirigir ao GAP (Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas), localizada na Rua Monsenhor José Augusto, 203, Bairro São José, em Barbacena, Tel: (32) 8837 6825. Ou, ainda, enviar um e-mail para gap.barbacena@ifsudestemg.edu.br.

Texto recebido pela Professora Karen Lissa.

Published in: on 31/03/2012 at 21:00  Deixe um comentário  

Curso “Aquecedor Solar de Baixo Custo” em BH dia 14/04.

Published in: on 31/03/2012 at 20:53  Deixe um comentário  

Mais de 60% das capitais proíbem uso de sacolas plásticas.

Mais de 60% das capitais brasileiras – 17 das 27 capitais – aprovaram leis que proíbem ou que regulam o uso de sacolas plásticas em supermercados e outros estabelecimentos comerciais. Em pelo menos três capitais – Manaus, Fortaleza e Curitiba – há projetos tramitando na Câmara Municipal sobre o assunto. Entretanto, aprovar a lei não significa colocá-la em prática. Em diversas cidades há ações na Justiça para suspender a aplicação da norma.

Em Recife, a Justiça considerou inconstitucional a lei que obriga o fornecimento, por parte dos comerciantes, de sacolas oxibiodegradáveis (que contém um aditivo que causa degradação mais rápida). O argumento é que o município não pode legislar sobre matéria de meio ambiente. Essa competência, segundo a Constituição, cabe à União, aos estados e ao Distrito Federal.

O município de Recife recorreu da decisão. Se o pedido de recurso for acatado pelo Tribunal de Justiça local, a matéria seguirá para decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em Brasília. Enquanto isso, a ação fica suspensa.

Na maior cidade do país, São Paulo, a Justiça também considerou a lei inconstitucional. Entretanto, foi assinado um acordo com a Associação Paulista de Supermercados para que, até 3 de abril, os estabelecimentos forneçam caixas de papelão gratuitamente ou sacolas biodegradáveis por R$ 0,19 e ecobags por R$ 1,80. A partir de 4 de abril, os consumidores deverão transportar suas compras em sacolas próprias.

O ideal, segundo o presidente do Instituto Sócioambiental dos Plásticos (Plastivida), Miguel Bahiense, é o uso racional das sacolas plásticas. Ele destacou que estudos mostram que sacolas plásticas têm melhor desempenho, inclusive no acondicionamento de lixo, do que outras embalagens.

“Num aterro sanitário 0,2% é sacola plástica, 65% são material orgânico. A saída é ter incineração, reciclagem energética. Dizer que as sacolas abarrotam os aterros sanitários é uma mentira deslavada”, disse. “É preciso ter sacolas resistentes e que seu uso envolva preservação ambiental e uso consciente”, completou.

Para a fundadora da Fundação Verde (Funverde), Ana Domingues, a solução é acabar com as sacolas plásticas e educar o consumidor a usar engradados ou sacolas retornáveis. Caixa de papelão, segundo ela, deve ser a última opção. “Já passou da hora de banir as sacolas. Não tem lógica usar um segundo pra fabricar um produto, usar por meia hora e demorar 500 anos para tirar do meio ambiente”, comentou.

Abandonar a sacola plástica tem sido a decisão de muitos consumidores, mesmo antes de leis regularem o assunto. A dona de casa Maria do Carmo Santos, por exemplo, diz que as sacolas retornáveis oferecem maior resistência, durabilidade e segurança para as suas compras. “Eu já abandonei o uso das sacolinhas de plástico há muito tempo. Elas poluem demais e sujam nossa casa. Eu até faço coleção dessas sacolas ecológicas que são lindas, práticas e duram muito mais do que as de plástico”, disse.

A dona de casa Graciana Maria de Jesus tem a mesma opinião. Para ela, as sacolas plásticas oferecidas no mercado não são de boa qualidade. “Essas sacolinhas de mercado não valem nada! Além de a gente passar raiva, porque rasgam com facilidade e nem para colocar no lixo servem. Comprei essa bolsa (ecobag) que dá para colocar mais produtos e para carregar é bem melhor”, disse.

Texto retirado do site Hoje em Dia.

OBS: Muito feliz com o progresso de algo tão importante! 

Marilia Escobar

Curso “Introdução a Primatologia” em Monte Belo/MG.

Published in: on 25/03/2012 at 22:01  Deixe um comentário  

Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil

De 28 à 31 de março, irá acontecer em Belém (PA), o XXXVI Congresso da Sociedade de Zoológicos do Brasil.

O objetivo é discutir como os jardins zoológicos podem ser utilizados como ferramenta de defesa do meio ambiente, não somente junto a profissionais da área como também de outros setores e instituições da sociedade ligadas direta ou indiretamente à conservação de fauna. O evento conta com conferências, palestras, mini-cursos e workshops.

Mais informações: www.congressoszb2012.com.br .

Texto recebido por email pelo CRBio 04.

Aprenda a fazer uma horta vertical utilizando garrafas pet.

Published in: on 24/03/2012 at 22:13  Deixe um comentário  

Fauna impressiona e resiste à poluição da lagoa da Pampulha.

Esgoto, metais pesados, pouco oxigênio, coliformes fecais, lixo. A soma desses fatores  não é suficiente para acabar com a vida na lagoa da Pampulha, que resiste  impressionando moradores, pescadores e turistas que passeiam na orla do principal  cartão-postal de Belo Horizonte.

Muita gente contraria as orientações das placas instaladas pela prefeitura, que alertam  para o perigo do banho e da pesca, e aproveitam o calor na casa dos 30 graus e céu sem  nuvens para pescar nas águas da lagoa. Surpreendentemente, com sucesso. Além de peixes grandes, uma tartaruga foi fisgada nos últimos dias.


Segundo o gerente de Planejamento e Monitoramento Ambiental da Secretaria Municipal de  Meio Ambiente, Weber Coutinho, atualmente a Pampulha é classificada como nível 4, o  pior dentro de uma série de parâmetros estabelecidos em uma portaria do Conselho  Nacional de Meio Ambiente (Conama), de 2007.

A intenção da prefeitura é que até a Copa de 2014, as águas sejam reclassificadas para  nível 3. Com isso, a pesca já seria permitida, mas banho e prática de esportes  aquáticos seguiriam proibidos. Para isso, no entanto, serão necessárias obras de  desassoreamento e canalização do esgoto que hoje é despejado diretamente na água.

O gerente de Fauna do Ibama, Daniel Vilela, diz que a fauna da Pampulha está adaptada à  poluição. No caso de tartarugas e dos jacarés que habitam o local, o couro resistente e  um sistema digestivo forte afastam as doenças. Pássaros como os biguás e garças também  são resistentes à poluição e se alimentam com tranquilidade dos moluscos e peixes.

Ainda de acordo com o biólogo, no ano passado, transeuntes encontraram alguns filhotes  de jacaré-do-papo-amarelo na orla da Lagoa, assim como um animal atropelado. O fato  confirmou que há uma população de jacarés na lagoa, e não apenas um animal, como os  técnicos pensavam. Os animais foram recolhidos ao Centro de Triagem do Ibama, e levados  para áreas de soltura.

Além da poluição, atualmente a Pampulha tem cerca de 750 mil metros cúbicos de  sedimentos. Para a retirada de todo esse material, seriam necessários cerca de 37.500  caminhões, segundo a Superintendência de Desenvolvimento da Capital (Sudecap). O  acúmulo de detritos é maior nas partes mais rasas, nas bordas da lagoa, em áreas cuja  profundidade vai até dois metros.

O último desassoreamento foi realizado em 2004, removendo 1 milhão de metros cúbicos de  material, com custo de R$ 110 milhões. Segundo a Sudecap, existem planos para uma nova  intervenção, mas não há recursos nem prazos definidos.

Por enquanto, é realizada apenas a limpeza de lixo da lagoa, com a retirada de 20  toneladas por dia, na época de chuva, e dez toneladas, no tempo seco. Segundo  informações da Copasa, em abril, devem começar os trabalhos para impedir que o esgoto  de 19% da população de Contagem e de 4% de Belo Horizonte seja despejado na lagoa.Serão investidos nas obras R$ 102 milhões.

Testo retirado do jornal HOJE EM DIA.

OBS: Karine, obrigada por mais uma matéria interessantíssima! Você sempre contribui bastante para o blog!

Marilia Escobar

Venda de produtos orgânicos supera modismo e cresce forte.

O mercado e a demanda estão em alta na área de produtos orgânicos e sustentáveis, embora o volume de produção ainda seja pequeno. A Associação Brasileira de Orgânicos Biologicamente Sustentáveis (BrasilBio) estima que, em 2011, o setor tenha movimentado 500 milhões de reais no País. Apesar do crescimento acelerado, o valor é considerado baixo para o potencial brasileiro. A previsão da BrasilBio é que este mercado crescerá de 30% a 40% em 2012, repetindo o bom desempenho de 2011.

O desafio agora é integrar a cadeia produtiva e processadora para acelerar também o atendimento da demanda. Segundo o presidente da BrasilBio, José Alexandre Ribeiro, a entidade corre contra o tempo “para credenciar produtores e incentivar setores da economia a garantir o registro orgânico”.

A previsão de crescimento não está focada somente nos produtos agrícolas, mas também nos produtos industrializados (processados) com bases orgânicas. Nas primeiras feiras realizadas pela BrasilBio, no início da década passada, praticamente toda a área de exposição era tomada por alimentos orgânicos in natura. Na última edição da feira, 70% a 80% já eram produtos processados.

Empresas em expansão 

Para o empresário Marcos Wettreich, do site de comércio online sustentável Greenvana, o mercado ainda depende do aumento do número de consumidores desse tipo de produtos para ganhar escala. De acordo com ele, “a massa crítica deste tipo de mercado precisa crescer”. Os consumidores precisam ser mais bem informados sobre o que são os produtos sustentáveis e orgânicos.

A Greenvana é uma loja virtual de produtos sustentáveis que vende produtos próprios, além de artigos nacionais e importados de segmentos como casa, bebê, beleza, moda e pets. “Sustentabilidade é uma tendência de mercado e também uma necessidade”, afirma ele.

Com faturamento médio mensal de R$ 110 mil, as franquias Mundo Verde somam 199 lojas no Brasil e em Portugal, segundo a Associação Brasileira de Franchising (ABF). A marca, criada em 1987 na cidade de Petrópolis (RJ), abriu 32 lojas em 2011 e espera abrir outras 45 em 2012. A expectativa é atingir 450 lojas até 2015 – “todas franqueadas”, afirma Donato Ramos, diretor de Marketing da empresa.

A Mundo Verde conta com 1.200 fornecedores em todo o Brasil – e dá preferência para os locais – sendo que as vendas têm crescido 20% ao ano.

Assim como Wettreich, Ramos ressalta que existem barreiras para um maior crescimento nesse setor. Preço alto e falta de conhecimento do diferencial dos produtos orgânicos e sustentáveis são as duas principais dificuldades que as lojas encontram, segundo ele.

Fábio Beltrão, sócio-diretor da área de Inteligência de Mercado da consultoria GS&MD – Gouvêa de Souza, afirma que o fortalecimento do mercado desses produtos é uma tendência irreversível. Mas afirma que, além de preços altos e falta de informação, outra barreira para o crescimento do setor é produção ainda escassa. “Faltam incentivos e a distribuição é falha”, afirma o executivo.

Em pesquisa realizada em 2010, a GS&MD apurou que o consumidor brasileiro pagaria até 8% a mais para ter um produto sustentável no seu carrinho do mercado – a média mundial é 7,6%. Porém, Beltrão acredita que o brasileiro acabará optando por produtos de preço mais baixo. “O mercado deverá se ajustar ao desejo do consumidor”, diz.

Segundo Alexandre Borges, sócio e presidente da Mãe Terra, dois problemas precisam ser vencidos para que o setor deslanche. Em primeiro lugar, é preciso convencer o consumidor de que sabor e saúde são compatíveis. “Para isso, basta desafiar o preconceito e experimentar os produtos disponíveis nos pontos de venda”, afirma Borges.

O segundo problema, segundo ele, é que o próprio mercado não está adequado para produzir alimentos naturais. “A indústria de ingredientes, por exemplo, se acostumou a desenvolver elementos artificiais. Voltar aos tempos dos nossos avós, que consumiam tudo fresquinho e com qualidade, é muito difícil. É preciso achar um meio termo”, diz ele.

Texto retirado do site SENAR.

Published in: on 24/03/2012 at 21:47  Deixe um comentário  

Por que ajudo animais tendo tanta gente precisando?

OBS: Obrigada pelo lindo email, Karine!

Published in: on 24/03/2012 at 14:38  Comments (4)  
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