Minicurso “Biologia e Genética Clínica” em BH dia 29/07.

Cartaz minicurso 29 junho

Com receio de câncer, Angelina Jolie faz cirurgia para retirar os seios.

A atriz Angelina Jolie declarou que passou por uma dupla mastectomia preventiva, uma cirurgia para retirada dos seios. A revelação foi feita em um artigo chamado “My Medical Choice”, publicado no jornal americano “The New York Times” nesta terça-feira (14).

“Minha mãe lutou contra o câncer por quase uma década e morreu aos 56”, diz a atriz no começo do texto. “Ela viveu o suficiente para conhecer seus primeiros netos e segurá-los nos braços. Mas minhas outras crianças nunca terão a chance de conhecê-la e sentir quão amável e graciosa ela era”, afirma.

 Angelina, de 37 anos,  diz que descobriu ter um “defeito” no gene chamado BRCA1. Os médicos disseram que ela tinha 87% de chances de desenvolver um câncer de mama, e 50% de ter um câncer no ovário.

“Quando soube que essa era minha realidade, decidi ser pró-ativa e minimizar o risco o quanto podia. Tomei a decisão de ter uma dupla mastectomia preventiva”, diz a atriz. “Comecei com os seios, já que meu risco de câncer de mama é mais alto que meu risco de câncer no ovário, e a cirurgia é mais complexa”, afirma.

A atriz diz no artigo que passou por cirurgias num intervalo de três meses. “Durante o processo consegui manter isso de forma privada e continuar com meu trabalho”, contou.

O processo médico foi iniciado no último dia 2 de fevereiro com a técnica “nipple delay”, um tipo de cirurgia plástica “para que a mastectomia não danifique esteticamente o mamilo. Isto causa um pouco de dor e um montão de hematomas, embora aumente as chances de salvar o mamilo”.

Ela conta que duas semanas após o começo do processo, fez a principal cirurgia, na qual se extrai o tecido mamário. “A operação pode levar 8 horas. Você acorda com tubos e expansores nos seus seios. Parece uma cena de um filme de ficção científica. Mas dias depois da cirurgia você pode voltar à sua vida normal”, afirma.

Nove semanas depois foi feita a operação para reconstrução das mamas com implantes.

“Eu queria escrever isso para contar a outras mulheres que a decisão de fazer uma masteconomia não foi fácil. Mas estou muito feliz de tê-la tomado”, diz Angelina. “Minhas chances de desenvolver câncer de mama caíram de 87% para 5%. Posso dizer a meus filhos que eles não precisam ter medo de me perder para o câncer de mama”, afirma.

Angelina também conta no artigo a importância da cirurgia para seus filhos. “É reconfortante saber que eles não veem nada que os deixe desconfortáveis. Eles veem minhas pequenas cicatrizes, e nada mais. Todo o resto é apenas a mamãe, do mesmo jeito que sempre foi. E eles sabem que os amo e que eu faria qualquer coisa para ficar com eles por todo o tempo que puder.”

A operação deixou apenas pequenas cicatrizes que não chocarão nossos filhos, conta Angelina. “Pessoalmente não me sinto menos mulher. Me sinto mais forte e tomei uma decisão importante que não diminui em nada minha feminilidade”, completa.

A atriz também ressaltou que Brad Pitt foi um grande apoio durante todo o processo.”Conseguimos encontrar momentos para rir juntos. Sabíamos que era o melhor que podíamos fazer para nossa família e que nos uniria ainda mais. E foi assim que aconteceu”.

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Angelina Jolie, uma das atrizes mais bem pagas do mundo, lamenta que o teste para detectar a mutação genética BRCA1, assim como a BRCA2, custe mais de US$ 3 mil dólares nos Estados Unidos, “um obstáculo para muitas mulheres”.

Ela também espera que seu caso sirva de exemplo para outras mulheres com risco de câncer. A atriz lembra em seu artigo que o câncer de mama mata 458 mil pessoas por ano, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, e afirma que o tratamento pelo qual passou será detalhado na página na internet do instituto onde se tratou, o Pink Lotus Breast Center.

“Se escrevo agora sobre isto é porque espero que outras mulheres poderão beneficiar-se de minha experiência”, afirmou. “Decidi não manter minha história em segredo porque há muitas mulheres que não sabem que poderiam estar vivendo sob a sombra do câncer. Tenho a esperança que elas, também, sejam capazes de realizar exames genéticos e que, se tiverem um alto risco, saibam que há mais opções.”

“A vida está cheia de desafios. Os que não devem nos dar medo são os que podemos enfrentar e podemos controlar”, conclui.

Texto retirado do site G1.

 

Published in: on 15/05/2013 at 18:51  Deixe um comentário  

Cão tratado com células-tronco volta a andar.

Um cão de 3 anos que ficou tetraplégico foi curado graças a uma técnica com uso de células-tronco. Ele voltou a andar após ser tratado no hospital veterinário do Centro Universitário da Fundação de Ensino Octávio Basto, em São João da Boa Vista (SP). A técnica seria capaz de curar a cinomose, doença que atingiu o animal e pode levar à morte em pouco tempo.

Quem realizou o tratamento gratuito na cachorra de nome Vilma foi a médica veterinária Michele Andrade de Barros, que trabalha com terapia celular desde 2008. O animal sofria de cinomose, altamente contagiosa e causadora de sequelas neurológicas. A chance de vida com a doença é de apenas 5%.

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A cadela ficou tetraplégica e, como os cães que não se locomovem mais podem desenvolver outras doenças, nesses casos os proprietários costumam optar pela eutanásia. Foi aí que a proprietária, uma professora de Educação Física, recebeu a sugestão de tentar o novo tratamento que poderia fazê-la voltar a andar. E já na primeira aplicação de células-tronco foi detectada uma melhora na qualidade de vida do animal. Depois, com três aplicações, Vilma voltou a se locomover.

A cachorra hoje leva uma vida normal e, segundo a veterinária, está totalmente curada.

“Existem outras patologias que também podem ser tratadas com células-tronco. Pode até não haver cura total, mas a melhora na qualidade de vida do animal já é muito boa”, explica.

Texto retirado do site Estadão.com.

Médicos diagnosticam parasitas com ‘microscópio de iPhone’ na África.

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Cientistas improvisaram um microscópio usando um iPhone, fita adesiva dupla face, lanterna, placas de laboratório comuns e uma lente de câmera de US$ 8. O objetivo foi diagnosticar verminoses na área rural da Tanzânia, na África, aponta um estudo publicado.

A pesquisa detalhando como criar o microscópio de campo foi divulgada no periódico “American Journal of the Tropical Medicine and Hygiene”. Nela, os médicos demonstraram como usar o celular com esta finalidade, adaptando-o para ser um microscópio de baixo custo.

Com o aparelho, cientistas identificaram ovos de ancilóstomo (um tipo de verme) e outros parasitas nas fezes de crianças infectadas.

“Tem havido muito improviso em laboratórios, com microscópios feitos usando celulares, mas esta é a primeira vez que a tecnologia foi usada em campo para diagnosticar parasitas intestinais”, disse Isaac Bogoch, médico especializado em doenças infecciosas do Hospital Geral de Toronto, principal autor do estudo.

A inovação pode ajudar a tratar pacientes infectados com parasitas, segundo a agência de notícias AFP. Vermes intestinais infectam 2 bilhões de pessoas no mundo todo, sobretudo crianças, às vezes causando subnutrição.

As doenças causadas por parasitas podem ser difíceis de diagnosticar, em parte por causa do elevado custo de um microscópio convencional, estimado em cerca de US$ 200, afirmam os pesquisadores.

Comparação

Os cientistas usaram os microscópios de celulares para avaliar 200 amostras de fezes de crianças  infectadas com vermes, e compararam os resultados com os obtidos com um microscópio convencional.

Eles descobriram que, em termos gerais, o microscópio de iPhone conseguiu detectar a presença de ovos depositados por vermes em cerca de 70% das amostras infectadas.

Embora não seja tão sensível quanto o dispositivo convencional, o iPhone adaptado como microscópio pode ser aperfeiçoado, disse Bogoch. “Nós pensamos que os microscópios de celulares podem, em breve, se tornar uma ferramenta de diagnóstico valiosa em regiões pobres e remotas”, afirmou.

Como o celular é um aparelho comum, o custo para adaptá-lo é considerado desprezível em comparação com um microscópio convencional, ressaltaram os cientistas.

Vermes intestinais, como ancilóstomos e nematelmintos, são particularmente problemáticos em crianças pequenas, podendo causar anemia crônica e subnutrição, afirma a AFP. No entanto, se o diagnóstico for rápido, os impactos negativos da parasitose para a saúde podem ser reduzidos.

Texto retirado do site G1.

IV Simpósio Brasileiro de Genética Molecular de Plantas.

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O IV Simpósio Brasileiro de Genética Molecular de Plantas entre os dias 08 e 13 de abril de 2013, em Bento Gonçalves (RS).

O evento irá destacar os avanços recentes na pesquisa em genética molecular vegetal, promover interações entre cientistas brasileiros e líderes mundiais na área, e proporcionar oportunidades para que pesquisadores mais experientes estabeleçam contatos com jovens cientistas, recém-doutores e estudantes,

Serão ao todo 06 conferências e 13 simpósios que abordarão diferentes temas da genética molecular de plantas. A submissão de trabalhos poderá ser feita até o dia 05 de fevereiro, mesma data limite das inscrições com desconto.

Mais informações: http://www.sbg.org.br/IV_SBGMP/index.html .

Texto recebido por email pelo CRBio 04.

Peixe com radiação elevada é fisgado a 200 km de Fukushima, diz emissora.

Um peixe foi fisgado a cerca de 200 km ao sul da usina nuclear de Fukushima, no Japão, com quantidade de césio radioativo por quilo acima do limite legal do país, informou a emissora pública japonesa “NHK” por meio de nota, nesta segunda-feira (18).

Autoridades da Prefeitura de Chiba, no Japão, afirmaram ter obtido esta leitura ao examinar um peixe do tipo perca, fisgado a cerca de 10 km do litoral do município de Choshi, na última quinta-feira (14).

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A cidade de Choshi está a 200 km ao sul da central atômica de Fukushima, que foi palco do maior desastre nuclear dos últimos anos. A catástrofe ocorreu em março de 2011, após um gigantesco tsunami, provocado por um violento terremoto de magnitude 9, afetar gravemente o funcionamento da central e provocar o vazamento de radiação em uma zona do nordeste do país, forçando a evacuação de centenas de milhares de pessoas.

O exemplar de peixe obtido continha 130 becquerel de césio radioativo por quilo, acima dos 100 becquerel estabelecidos como quantidade máxima pelo governo japonês.

Após o acidente na usina, em 2011, o Japão rebaixou no ano passado o limite máximo permitido de césio em produtos comestíveis para adultos, de 500 para 100 becquerel por quilo.

É a primeira vez que um peixe fisgado em Chiba supera o limite de concentração de radioatividade definido pela lei japonesa.

Em todo caso, as cooperativas da cidade de Choshi já haviam suspendido as vendas de percas japonesas como medida preventiva, após detectarem 60 becquerel de césio por quilo em um exemplar pescado no litoral da cidade, em dezembro do ano passado.

Texto retirado do site G1.

Cientistas tentam provar existência da alma.

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O médico anestesiologista norte-americano Stuart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose afirmaram que podem provar cientificamente a existência da alma. Em entrevista ao Daily Mail, eles explicam a teoria quântica da consciência, que revela que as almas estão contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais. 

Segundo a publicação, a ideia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, com 100 bilhões de neurônios, que agem como redes de informação. A teoria foi levantada em 1996 e, desde então, os cientistas estudam a possibilidade. 

Os dois alegam que as experiências da consciência são resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos. 
Experiência

Em uma EQM (Experiência de Quase-Morte), os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída. É como se “a alma não morresse, voltasse ao universo”. 

Hameroff explicou a teoria em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel, nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o cientista.

Segundo ele, “se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente passa por uma EQM”.

Texto retirado do site REDE PSI. 

OBS: Dica publicada pelos amigos do SIMESPE no Facebook: http://www.facebook.com/simespe.

Vaca clonada na Argentina começa a produzir leite similar ao humano.

Uma vaca clonada por cientistas argentinos com genes bovinos e humanos começou a produzir leite similar ao humano como forma de contribuir na luta contra a mortalidade infantil, informou a universidade responsável pelos estudos.

Pesquisadores da Universidade Nacional de San Martín (Unsam) e do Instituto Nacional de Tecnologia Agropecuária (Inta) inseriram dois genes humanos codificadores de duas proteínas presentes no leite humano em “Issa”, uma vaca clonada no ano passado.


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As proteínas são lactoferrina e a lisozima, incorporadas no DNA da vaca, também conhecida como “Rosinha”. “Esta é uma maneira de contribuir com a luta contra a mortalidade infantil, já que uma proteína permite evitar doenças infecciosas do aparelho digestivo e evitar anemia nos recém-nascidos”, explicou o reitor da Unsam, Carlos Rota.

De acordo com o investigador Germán Kaiser, do Grupo de Biotecnologia da Reprodução do Inta, a pesquisa não pretende substituir o vínculo mãe-filho durante a lactação, mas é destinada aos bebês que, por distintas razões, não têm acesso ao leite de suas mães, acrescentou. Os cientistas conseguiram assim incluir na vaca transgênica dois genes humanos no genoma bovino, o que permitiu que as duas proteínas estivessem presentes na glândula mamária durante a amamentação, indicou a universidade.

“Issa”, nascida em abril de 2011 no Inta, foi apresentada em junho do ano passado pela presidente da Argentina, Cristina Kirchner. Na ocasião, Cristina garantiu que a vaca se transformaria na “primeira no mundo capaz de produzir leite humano”.

Argentina entrou no clube da clonagem destinada a criar vacas transgênicas com fins medicinais em agosto de 2002, com o nascimento de “Pampa”, fruto de uma clonagem realizada por analistas do laboratório local Bio Sidus com o intuito de obter leite bovino com a proteína de crescimento humano “hGH”.

Os descendentes de “Pampa”, a primeira bezerra clonada na América Latina, produzem leite do qual é extraída essa proteína para produzir remédios para crianças com problemas de crescimento com menor custo.

Nos últimos anos, cientistas argentinos clonaram cavalos e touros a fim de obter exemplares de melhor rendimento.

Texto retirado do site UOL NOTÍCIAS – CIÊNCIA.

OBS: Pai, mais um texto sensacional. Muito obrigada!

Marilia Escobar

Auto-hemoterapia – Você conhece? Pode ser utilizada em animais?

A auto-hemoterapia consiste na retirada de sangue por punção venosa e sua imediata administração por via intramuscular ou subcutânea, em que o doador e o receptor são o mesmo indivíduo. Também é conhecida como terapia do soro, imunoterapia ou auto-hemotransfusão.

Consta na literatura existente sobre o assunto que a auto-hemoterapia foi introduzida como tentativa terapêutica por Ravaut, por volta de 1910 e, desde então, tem sido utilizada como tentativa de tratamento de diversos problemas de saúde, tanto em humanos quanto em animais. Apóia-se na comparação do procedimento à aplicação de uma vacina autógena, estimulando a resposta imune do organismo diante de uma série de problemas, infecciosos ou não, cuja explicação se baseia no raciocínio do foco de infecção.

Entenda como ela funciona:

Sem contra indicações ou reações adversas, sem restrições de idade, sexo ou doença, ela consiste em retirar semanalmente uma  pequena quantidade  de sangue, como se  fosse uma simples coleta para um exame de sangue e, logo em seguida,  sem  qualquer  alteração,  injetar  esse  sangue   no músculo deltóide, na coxa ou no glúteo da própria pessoa , como  se  fosse,  e  é,  uma  vacina, imitando  um  hematoma comum, só que invisível, pois é intramuscular. O sangue vai estimular  o  sistema  imunológico,  as  defesas  naturais  do corpo,  tal  qual  uma  vacina  qualquer,  provocando  uma reação  do  sistema imunológico  levando  à  cura,  por  exemplo,  de  doenças alérgicas  ou  infecciosas,  amenizando  doenças  crônicas  e suas sequelas, levando à melhora da qualidade de vida do doente,  diminuindo  seu  sofrimento,  a  fragilidade  da  sua saúde, provocando, ainda, uma maior resistência aos efeitos colaterais das medicações alopáticas em geral, acelerando a  convalescença  do  doente  ou  como  um  preventivo, aumentando  sua  resistência  imunológica,  e  evitando doenças ainda não manifestas. O tratamento convencional proposto por médico alopata nunca deve ser abandonado, devendo-se usar a ah como complemento, concomitantemente.

O seu sistema imunológico interpreta o sangue injetado no músculo  como  uma  invasão  externa  num  primeiro  momento  e,  ao analisar essa  invasão,  esse  sangue  não  é  reconhecido  como  tecido autólogo  (do  próprio  corpo),  exatamente  como  ocorre  com  um hematoma, que nada mais é que um sangramento interno, subcutâneo. Nesse momento,  o  sistema imunológico vai  providenciar  a  limpeza  da  região (assim acontece  com  os  hematomas,  vão  sumindo  aos  poucos), quadruplicando a quantidade de macrófagos, que são os “faxineiros” do  corpo.  Em  consequência,  os  macrófagos  fazem  uma  espécie  de varredura no corpo, eliminando ou reduzindo todas as impurezas (vírus, agentes  tóxicos,  infecciosos,  etc…)  que  causam  ou  causarão  alguma doença, mas  que passaram desapercebidas pelo seu sistema imunológico. E ainda “treina” seu sistema imunológico a não agredir seu próprio corpo,  curando  ou  diminuindo  doenças  auto-imunes,  ao  “desviar”   a atenção do sistema imunológico,  para não mais agredir seu corpo.

Abaixo segue vídeo da auto-hemoterapia em um cão.

E você, conhece a auto-hemoterapia? Já fez? Seu animalzinho já fez? Como foi o tratamento? Queremos ouví-lo!

*Artigo científico “Auto-hemoterapia, intervenção do Estado e bioética”. Autores: Denise Ferreira Leite, Patrícia Fernanda Toledo Barbosa, Volnei Garrafa. 

*Auto-Hemoterapia: Contribuição para a Saúde – Conversa com Dr. Luiz Moura (http://pdfcast.org/download/auto-hemoterapia-por-olivares-rocha-livreto-de-2010.pdf).

OBS: Obrigada pela dica, Karine Silva e ao leitor Olivares por indicar um ótimo material, completando assim a matéria antes postada.

Marilia Escobar 

Published in: on 16/11/2012 at 15:59  Comments (6)  

USP promove curso de verão sobre Biologia Celular e Molecular em Janeiro/2013. Aproveite e faça sua inscrição!

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