Curso “Fertilização in vitro e manutenção de embriões” em BH.

LOCAL: Faculdade Pitágoras. Rua Timbiras, 1375 BH/MG

VALOR: R$250,00

PROGRAMAÇÃO: 14 DE ABRIL DE 2012

Manhã- Conteúdo teórico

09:00 – 10:00 Técnicas de Laboratório em Reprodução Assistida (RA)

10:00 – 10:40 Fertilização in vitro (FIV)

10:40 – 11:00 Coffee Break

11:00 – 12:00 Organização de um laboratório de FIV

12:00 – 13:00 Criopreservação de gametas e embriões

13:00 – 14:00 Almoço

Tarde – Conteúdo prático

14:00 – 15:00 Prática: Preparação dos meios de cultura /Confecção de placas

15:00 – 16:15 Prática: Técnicas de manipulação de embriões – Fertilização in vitro (FIV) convencional

16:15 – 16:30 Coffee Break

16:30 – 17:30 Prática: Transferência de embriões (preenchimento de cateter)

17:30 – 18:00 Encerramento e entrega de certificado

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Published in: on 11/03/2012 at 0:29  Comments (4)  

Curso Teórico-prático: Reprodução Humana Assistida – Módulo I

PÚBLICO-ALVO: Estudantes e profissionais da área de saúde

NÚMERO DE VAGAS: 50

DATA: 29 DE OUTUBRO DE 2011

LOCAL: Faculdade Pitágoras, Rua Timbiras 1.375 Funcionários BH/MG

VALOR: R$250,00

INSCRIÇÕES: WWW.FERTITECH.COM.BR

DURAÇÃO: 08 horas/aula

EMENTA:

O curso visa estabelecer uma visão dos principais procedimentos que acontecem num laboratório de Reprodução Humana Assistida. Aborda os conhecimentos referentes à tecnologia empregada na realização dos procedimentos laboratoriais do tratamento da infertilidade.

OBJETIVOS:

  • Compreender e inter-relacionar os procedimentos técnicos em Reprodução assistida, com ênfase na manipulação do líquido seminal
  • Demonstrar através de aulas práticas o preparo de sêmen para uso em Técnicas de Reprodução Assistida
  • Demonstrar através de aulas práticas o congelamento de sêmen

PROGRAMAÇÃO

Manhã –  Teoria

09:00-09:15  Abertura e entrega de material

09:15-10:00  Técnicas de Reprodução Humana Assistida

10:00-10:30  Coffee Break

10:30-11:30  Espermograma (Análise Seminal, segundo novos parâmetros da    OMS, 2010)                   

11:30-12:00  Técnicas de beneficiamento de sêmen para inseminação intra- uterina e congelamento de espermatozóides

Tarde  – Prática

13:30-15:00 Espermograma: motilidade, concentração, morfologia

15:00-15:30 Coffee Break

15:30-16:45  Técnicas de beneficiamento de sêmen em gradiente descontínuo

16:45-17:45   Congelamento de Sêmen

17:45-18:00   Encerramento e entrega de certificados

Published in: on 29/09/2011 at 23:17  Comments (2)  

Cientistas produzem neurônios a partir de células de pele humana.

Amigos,

Coisas importantíssimas estão sendo descobertas. E isto é simplesmente maravilhoso!! Só me preocupo com a utilização de animais para isto… 

Marilia Escobar

Pesquisadores afirmam ter desenvolvido um modo de produzir neurônios diretamente de células da pele humana, inclusive as de pacientes com Alzheimer. O novo método pode facilitar a geração de neurônios para terapias de reposição no futuro, de acordo com a pesquisa publicada na revista científica Cell.

Os neurônios produzidos já estão começando a render teorias sobre o que há de errado no cérebro com Alzheimer e como os neurônios doentes podem responder a um tratamento.

Em outras pesquisas para gerar neurônios a partir de células da pele, as células adultas precisaram antes retornar ao estado embrionário. Essas células, chamadas de células-tronco pluripotentes induzidas (iPS), são difíceis de se produzir. Menos de 1% são feitas com sucesso. Além disso, são necessários meses de espera.

“As células iPS são estimulantes se pensarmos nos limites da clonagem e no uso de células-tronco, mas ainda há um vicioso e longo processo quando queremos usar células de pacientes ou células normais como células de reposição”, diz Asa Abeliovich, da Universidade de Columbia, autor principal do estudo.

A equipe de pesquisadores, por um processo de acerto e erro, conseguiu identificar fatores capazes de tornar células de pele humanaem neurônios. Refinandoa pesquisa, eles obtiveram a conversão de 50% das células.

Os neurônios produzidos in vitro foram capazes de transmitir e receber sinais e, quando transplantados em cérebros de ratos em desenvolvimento, as células convertidas foram capazes de se conectar ao circuito existente. “São realmente neurônios”, diz Abeliovich.

Já nos neurônios produzidos a partir de células com Alzheimer, os pesquisadores perceberam anormalidades características da doença. Assim, acreditam que a análise pode trazer conclusões significativas que não puderam ser obtidas por meio de pesquisas anteriores.

Segundo o pesquisador, no entanto, há uma preocupação crescente sobre a estabilidade dessas células, já que a habilidade delas de se reproduzirem e crescerem também torna maior o risco de câncer.

“Não sabemos se teremos respostas, mas, ano menos, agora nós podemos fazer a pergunta. É a ponta do iceberg”, diz Abeliovich.

Texto retirado do site G1.

No mundo, 370 mil bebês nascem com o vírus HIV; Unicef recomenda mais empenho no combate à aids.

É possível uma geração de crianças viver sem o vírus HIV se a comunidade internacional intensificar os esforços para o acesso universal à prevenção e ao tratamento contra a doença. É o que aponta relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado no final de novembro, em Nova York, véspera do Dia Mundial de Luta Contra a Aids.

Segundo a Unicef, apesar dos avanços dos programas antiaids, milhões de crianças e mulheres ainda são excluídos dessas ações por causa de questões de gênero, da condição econômica, da localização geográfica, do nível educacional e do status social.

A cada ano, no mundo, cerca de 370 mil bebês nascem com o vírus HIV transmitido pela mãe, sendo a maioria na África. A aids é a principal causa de morte de mulheres em idade fértil no mundo e uma das responsáveis pela mortalidade materna nos países com epidemia de aids, de acordo com a Unicef. Na África Subsaariana, 9% da mortalidade materna são atribuídos à doença.

O relatório constatou que 53% das grávidas com o vírus HIV tomaram antirretrovirais para prevenir a transmissão vertical (de mãe para o feto) em 2009. Em 2008, esse índice foi de 45%. O acesso aos remédios cresceu no Leste e no Sul da África, onde o percentual de acesso subiu de 58%, em 2008, para 68%, em 2009.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou, este ano, novas orientações para o tratamento de gestantes e crianças portadoras do vírus, com o intuito de ampliar o acesso aos antirretrovirais a esses grupos.

Texto retirado do jornal O Tempo.

Published in: on 17/12/2010 at 9:43  Deixe um comentário  

Cientistas dos EUA geram rato a partir de dois machos.

Pesquisadores americanos usaram células-tronco para gerar um rato a partir de dois machos, em uma operação que poderá preservar espécies ameaçadas de extinção, além de ajudar casais homossexuais a ter seus próprios filhos.

Segundo o estudo publicado nesta quarta-feira, na revista Biology of Reproduction, cientistas do Texas especializados em reprodução manipularam células-tronco provenientes de um feto macho (XY) de rato para produzir células-tronco pluripotentes induzidas (CPi).

Algumas células-tronco que foram obtidas desta forma perderam naturalmente seu cromossomo Y para se tornar uma célula-tronco do tipo XO. Estes ratos cresceram e puderam cruzar com ratos machos normais, gerando um animal com material genético de ambos.

O estudo foi conduzido por Richard R. Behringer, do Centro Anderson de Câncer. Os pesquisadores declararam que com uma variação desta técnica “também será possível gerar esperma a partir de uma doadora e produzir machos viáveis e fêmeas através de duas mães”, apesar do caminho para se aplicar isto a humanos ser longo.

Texto retirado do site TERRA.

Célula-tronco de cordão umbilical cura leucemia.

Pela primeira vez na história, médicos alemães afirmam ter curado completamente uma paciente com leucemia linfoblástica, por meio de transplante de células-tronco do próprio cordão umbilical dela, que hoje tem 9 anos. A informação foi divulgada na quinta-feira pelo banco de cordões umbilicais alemão Vita 34, uma empresa fundada em 1997 por médicos da cidade germânica de Leipzig.

Segundo a empresa, a doença foi diagnosticada quando a menina alemã tinha três anos. Após receber tratamento de quimioterapia, comprovou-se que sua única possibilidade de sobrevivência era por meio do transplante. “A esperança de vida da paciente se reduziria para três meses sem um tratamento de células-tronco”, explica em comunicado o médico Eberhard Lampeter, diretor do Vita 34. Ele também comentou que as células cancerígenas já haviam alcançado o cérebro da paciente.

Assim que a criança nasceu, seus pais decidiram conservar seu cordão umbilical, do qual foram extraídas as células-tronco necessárias para o transplante. Segundo o Vita 34, a família é uma das 75.000 que usam seus serviços atualmente. Lampeter destacou ainda que 15 crianças, entre elas seis com danos cerebrais, já foram tratadas até agora com células-tronco de seus próprios cordões umbilicais. A empresa centraliza seus estudos no envelhecimento, multiplicação e reprogramação das células-tronco, assim como no desenvolvimento de novos tratamentos para tratar o diabetes de tipo 1, danos cerebrais e doenças cardíacas.

Texto retirado da revista VEJA.

Published in: on 28/11/2010 at 22:39  Deixe um comentário  

Cientistas criam células hepáticas a partir da pele.

Cientistas criaram pela primeira vez células hepáticas humanas a partir de células cutâneas reprogramadas, abrindo caminho para o possível desenvolvimento de novos tratamentos para doenças do fígado, que matam milhares de pessoas por ano.

Cientistas da Universidade de Cambridge divulgaram os resultados na quarta-feira na revista Journal of Clinical Investigation, e relataram também que conseguiram evitar as polêmicas éticas e políticas em torno das pesquisas com células-tronco embrionárias.

“Esta tecnologia contorna a necessidade de usar embriões humanos”, disse Tamir Rashid, do laboratório de medicina regenerativa de Cambridge, coordenador do estudo. “As células que criamos eram tão boas quanto se estivéssemos usando células-tronco embrionárias.”

As células-tronco são uma espécie de “manual de instruções” do organismo, capazes de dar origem a qualquer tipo de tecido, o que pode no futuro levar à cura de diversas lesões e doenças degenerativas.

As células-tronco retiradas de embriões são consideradas mais maleáveis e poderosas, mas muitos se opõem às pesquisas com esse material por causa da necessidade de destruir os embriões.

Nesta semana, um juiz federal dos EUA concedeu liminar proibindo o uso de verbas públicas em pesquisas com células-tronco embrionárias.

As doenças hepáticas são a quinta principal causa de mortes nas nações desenvolvidas. Só nos EUA, são cerca de 25 mil óbitos anuais, e no Reino Unido pesquisadores afirmam que a incidência entre jovens e pessoas de meia idade aumenta 8 a 10 por cento ao ano.

Rashid disse que, apesar de 40 anos de tentativas, os cientistas nunca haviam conseguido desenvolver células hepáticas em laboratório, o que tornava extremamente difícil as pesquisas sobre as doenças do fígado.

Devido à escassez de doadores de fígado, é urgente encontrar alternativas aos transplantes, disse Rashid.

O novo estudo aponta a possibilidade do desenvolvimento de novas drogas, ou de uma terapia à base de células – em que as células dos pacientes com doenças genéticas são “curadas” e transplantadas de volta para o organismo.

As doenças hepáticas podem ser herdadas, ou causadas por abuso do álcool ou infecções como a hepatite.

Para o estudo, a equipe de Rashid pegou amostras da pele de sete pacientes que sofriam de várias doenças hepáticas genéticas, e três de pessoas saudáveis, que serviram como comparação.

Eles reprogramaram as células cutâneas para se transformarem nas chamadas células-tronco pluripotentes induzidas, e então as reprogramaram para gerar células hepáticas que imitavam diversas doenças do fígado dos pacientes. Os cientistas usaram a mesma técnica para criar células hepáticas saudáveis a partir do grupo de comparação.

Texto retirado do site Uol.

Published in: on 25/08/2010 at 22:00  Deixe um comentário  
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