IV Encontro de Pesquisa em Parasitologia na UFMG.

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ias: 27 e 28 de Novembro

Local: Auditório Nobre do CAD I – UFMG Pampulha

Site: www.parasitologia.icb.ufmg.br/ep2013

Facebook: https://www.facebook.com/pages/IV-Encontro-de-Pesquisa-em-Parasitologia/475450542540001?fref=ts

                           Inscrições abertas!!!

Published in: on 18/08/2013 at 17:36  Deixe um comentário  

III Encontro de Pesquisa em Parasitologia do ICB/UFMG: A Construção do Conhecimento Prático.

O evento será na UFMG, NO  Salão Nobre do CAD – Centro de Atividades Didáticas 1 – UFMG (Auditório de 640 lugares).

Contato Administração do CAD1
Telefones: 3409 3945/3409-3948
E-mailcad1@prograd.ufmg.br

Acesse a  programação completa clicando aqui.

Mais informações: http://parasitologia.icb.ufmg.br/ep2012/index.php.

Vacinação contra leishmaniose poderá ser obrigatória para cães e gatos.

A Câmara analisa o Projeto de Lei 1738/11, do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS), que torna obrigatória a vacinação anual de cães e gatos contra a leishmaniose em todo o território nacional, a exemplo do que já ocorre no caso da vacina contra a raiva.

Essa vacinação será gratuita e fará parte de uma política nacional instituída pelo projeto a fim de prevenir e controlar a doença.

Se aprovada e virar lei, essa política será desenvolvida conjuntamente pela União, pelos estados e pelos municípios. Entre outras ações, ela compreenderá campanhas de esclarecimento sobre a doença e de vacinação gratuita.

Contaminação por humanos

A leishmaniose é uma doença parasitária transmitida pela picada do flebotomíneo Lutzomia. Há dois tipos da doença: a cutânea, caracterizada por feridas na pele, e a visceral, que ataca vários órgãos internos.

A doença afeta principalmente cães, mas também animais silvestres e urbanos como gatos, ratos e seres humanos. Estima-se que, para cada caso em humanos, há uma média de 200 cachorros infectados.

A leishmaniose visceral canina é considerada mais importante que a doença humana, uma vez que, além de ser mais prevalente, há um enorme contingente de cães infectados com o parasita cutâneo, que terminam servindo como fonte de contaminação para os mosquitos vetores. Por isso, o cachorro doméstico é o principal reservatório do parasita.

“Com a argumentação de que a carência econômica existente no país aumenta o contingente de humanos susceptíveis, em decorrência principalmente da desnutrição e condições inadequadas de vida, o sacrifício dos cães tem sido nas últimas quatro décadas a base de controle adotada no Brasil”, afirma o autor do projeto, explicitando que, no Brasil, todos os cachorros comprovadamente acometidos pela doença são sacrificados.

Menos sacrifícios

Ainda segundo o projeto, os cães e gatos infectados pela leishmaniose poderão receber tratamento em clínicas particulares. Caso não existam medicamentos específicos para os animais, os médicos veterinários poderão utilizar remédios destinados ao combate da doença em seres humanos.

Com as medidas propostas, Geraldo Resende espera evitar a contaminação e o consequente sacrifício de animais, além de tornar facultativo o tratamento dos infectados.

Citando a opinião do médico veterinário Paulo Tabanez, mestre em imunologia pela Universidade de Brasília, Resende diz ainda que os gastos com captura, exames e eutanásia poderiam ser direcionados para o combate ao mosquito transmissor da doença, em vez de se dizimar a população de animais doentes.

O deputado Geraldo Resende informa ainda que o Ministério Público Federal de Mato Grosso do Sul recomendou a revogação da portaria que não permite o tratamento da doença em cães com medicação humana (portaria interministerial 1.426/08).

Fiscalização

Conforme a proposta, caberá aos órgãos governamentais fiscalizar as condições de conservação e distribuição das vacinas oferecidas ao comércio. As que forem consideradas duvidosas para consumo poderão ser apreendidas e inutilizadas. Também poderá ser suspenso o credenciamento dos revendedores de vacinas que não cumprirem a legislação.

Pelo texto, as despesas decorrentes da execução da lei correrão por conta de dotações orçamentárias próprias e de recursos provenientes de convênios, acordos ou contratos firmados com entidades, organismos ou empresas.

Tramitação

O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Texto retirado do site Planet Vet.

OBS: Obrigada pela indicação, Val Consolação!

Published in: on 14/11/2011 at 21:16  Deixe um comentário  

Ciclo de palestras do curso de Ciências Biológicas em BH tem nova palestra dia 31/10.

OBS: Para melhor visualização do banner, clique nele.

Workshop de Vetores: Escorpiões e Leishmaniose em BH.

No dia 21 de junho (terça-feira) será realizado o Workshop de Vetores: Escorpiões e Leishmaniose, de 8h30 às 17h30. O evento será realizado na sede do CRBio04 (Avenida Amazonas, 298 – 15º andar, Centro).

O workshop é uma promoção da PRAGSUL (www.pragsul.com). O público-alvo são profissionais que trabalhem na área de saúde pública.

As inscrições devem ser feitas gratuitamente pelo e-mail pragsul.bh@pragsul.com.br .

Texto recebido por email pelo CRBio 04.

Published in: on 19/06/2011 at 20:31  Deixe um comentário  

22º Congresso Brasileiro de Parasitologia em São Paulo

O 22º Congresso Brasileiro de Parasitologia será realizado de 24 a 28 de agosto de 2011 em São Paulo (SP).

O tema deste ano do evento é: Parasitologia – Valorização do Conhecimento e Aplicabilidade. O Congresso será composto de palestras, conferências e workshops.

Terão descontos as inscrições feitas até o dia 28 de fevereiro.

Mais informações:www.parasitologia.org.br .

Texto recebido por email pelo CRBio.

Published in: on 19/02/2011 at 20:33  Deixe um comentário  

Vacina contra esquistossomose será testada no Brasil ainda em 2010.

Uma vacina brasileira com base em uma proteína pode ser a primeira contra a esquistossomose, patologia que afeta 20 milhões de pessoas e causa 200 mil óbitos por ano no mundo. Só no Brasil, 7 milhões de pessoas são contaminadas pela doença da “barriga-d’água”, especialmente no Nordeste e em Minas Gerais.

Desenvolvida a partir do trabalho da médica Mirian Tendler, descobridora da técnica para isolar a proteína SM14, vital para o parasita causador, a imunização será testada ainda este ano em humanos e, se eficaz, pode chegar à alcance da população até 2015.

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), dona da patente dos resultados na manipulação da proteína, licenciou uma empresa nacional para a produção de duas vacinas, para humanos e animais. Especialistas afirmam que é possível reproduzir a vacina em escala industrial. A instituição já aguarda a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para inciar os testes em pessoas.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), órgão ligado à ONU, a proteína é a maior esperança contra a esquistossomose atualmente.

A esquistossomose é causada por um platelminto, animal invertebrado, conhecido comoSchistosoma. Na América Latina e na África, a espécie Schistosoma mansoni responde pelas infecções. Sintomas como anemia, febre e diarreia são os mais comuns à doença.

Texto retirado do site G1.

Published in: on 08/08/2010 at 8:40  Comments (1)  

Novo caminho para o estudo da toxoplasmose dispensa a utilização de animais em laboratório.

A toxoplasmose é uma doença infecciosa de alta incidência mundial, mesmo em países desenvolvidos. Isso porque o protozoário Toxoplasma gondii, causador da doença e eliminado pelas fezes dos felídeos, principalmente dos gatos domésticos, é facilmente transmitido às pessoas. Além de sua forma congênita, o simples contato com superfícies contaminadas pelo parasita ou a ingestão de alimentos infectados – especialmente carnes cruas ou mal passadas – são vias frequentes de contágio.

Para possibilitar maior controle da doença, o veterinário Marcos de Assis Moura, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), vem desenvolvendo, com apoio da FAPERJ, o projeto Estudo do ciclo biológico do Toxoplasma gondii em culturas primárias de enterócitos de gato doméstico.

Sob a orientação das pesquisadoras Helene S. Barbosa e Maria Regina Amendoeira, ambas da Fiocruz, Marcos Moura desenvolveu um modelo de cultivo in vitro de células intestinais de gato doméstico.

– Este método pode ser o primeiro passo para a realização de pesquisas sem a utilização de animais adultos vivos e pode abrir caminho para novas estratégias de controle da doença – afirma o veterinário.

De acordo com Marcos, a reprodução sexuada do protozoário causador da toxoplasmose acontece somente no intestino dos felídeos. Ali são produzidos os oocistos (ovos), que, depois de eliminados pelas fezes dos animais, contaminam água, solo, planta, outros animais e o homem.

– Nosso modelo experimental é capaz de reproduzir esse ciclo. Infectamos as culturas de células intestinais de gatos com o parasito, que evoluiu até a formação dos gametas. Isto nunca havia sido conseguido in vitro – comenta.

Segundo o veterinário, estabelecer um modelo experimental adequado, que reproduza, em tubo de ensaio, as condições do ambiente onde acontecem os diversos estágios evolutivos do ciclo sexuado do Toxoplasma gondii, não foi tarefa fácil. Após tentativas infrutíferas com gatos adultos, Marcos e equipe encontraram o modelo certo, com células de fetos de gatos, doados pela Universidade Castelo Branco (UCB/RJ).

– Como o gato adulto tem muito contato com o meio externo, seu epitélio intestinal abriga diversos microorganismos e é de difícil descontaminação. Já o dos fetos é descontaminado e apresenta alta capacidade multiplicativa. O modelo poderá servir de base para pesquisas mais complexas sobre a doença, sem a necessidade de modelos vivos, o que, além dos benefícios éticos, representa ganhos de capacidade de logística.

Com isso, Marcos pretende entender o porquê de o ciclo sexuado do Toxoplasma gondii acontecer somente no intestino dos felídeos.

– Quando descobrirmos o motivo para que o ciclo sexual deste protozoário aconteça apenas nos felídeos, isso possibilitará o desenvolvimento de novas vacinas ou medicamentos para aplicação em gatos, para que assim se possa interromper o ciclo reprodutivo do parasito – explica.

A toxoplasmose é uma doença assintomática em cerca de 80% dos casos. Torna-se mais grave quando contraída por pessoas com baixa imunidade ou transmitida de forma congênita, ou seja, da mãe para o feto, podendo causar retardo mental, cegueira, problemas oculares e até provocar um aborto espontâneo. A doença, no entanto, não é transmissível de uma pessoa para outra, embora já tenha sido constatada a transmissão por transfusão sanguínea e pelo transplante de órgãos de pessoas infectadas.

O diagnóstico da toxoplasmose é feito levando em conta exames clínicos e exames laboratoriais de sangue, pela pesquisa de imunoglobulinas, como a IgM e IgG.

Ciclo da Toxoplasmose

Fonte: ABN News

Published in: on 27/01/2010 at 20:48  Comments (4)  

LEISHMANIOSE

Pessoal,

Hoje falaremos sobre Leishmaniose. Ela é uma parasitose dividida em duas: Leishmaniose tegumentar (caracterizada por úlceras na pele e anexos) e Leishmaniose visceral (protozoários vão para as vísceras).

A Leishmaniose tegumentar é específica de regiões rurais, periurbanas e florestais. Seu principal reservatório silvestre são roedores que costumam não manifestar a doença, porém são portadores dela.

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Já a Leishmaniose visceral é específica de regiões metropolitanas (aqui em BH também) e seu reservatório principal são canídeos (cães, lobos). Os protozoários penetram nos macrófagos (células específicas do nosso sistema imunológico). Além dos parasitos ficarem nas vísceras, eles parasitam densamente os macrófagos da pele.

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O protozoário responsável pela doença é a Leishmania sp. que apresenta duas formas:

  • Promastigota encontrada no vetor (díptero Lutzomia) onde ocorre a reprodução binária simples.

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  • Amastigota encontrada dentro do hospedeiro vertebrado. Se reproduz dentro de células fagocitários, como os macrófagos.

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IMPORTANTE: As formas são para os protozoários Leishmania sp. (tegumentar ou visceral).

A espécie mais importante no Brasil é a Leishmania braziliensis e Leishmania sp. para Leishmaniose tegumentar e Leishmania chagasi para a Leishmaniose visceral.

A transmissão do roedor ou canídeo para o homem é através da fêmea (que precisa de sangue para maturação de seus ovos) do díptero (NÃO É UM MOSQUITO!) de Lutzomia.

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Ciclo da Leishmaniose

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Quadro clínico

  • Leishmaniose tegumentar

Úlceras na pele e mucosas

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  • Leishmaniose visceral

NO HOMEM: Hepatoesplenomegalia (aumento do baço e fígado)

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NO CÃO: Úlceras na pele, hepatoesplenomegalia (mesmos sinais clínicos que no homem)

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Aqui estão as manifestações clínicas mais importantes. Além disso há anorexia, febre, astenia, entre outros.

IMPORTANTE: O tratamento para cães com Leishmaniose atenuam a manifestação da doença, porém o parasito CONTINUA no organismo do animal e pode ser transmitido para o humano. Por mais que sejamos apegados aos animais, o mais aconselhável é o sacrifício.

Published in: on 08/11/2009 at 22:42  Deixe um comentário  
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