Cientistas tentam provar existência da alma.

Cientistas-querem-provar-existência-da-alma

O médico anestesiologista norte-americano Stuart Hamerroff e o físico britânico Sir Roger Penrose afirmaram que podem provar cientificamente a existência da alma. Em entrevista ao Daily Mail, eles explicam a teoria quântica da consciência, que revela que as almas estão contidas dentro de estruturas chamadas de microtúbulos, os quais vivem dentro de nossas células cerebrais. 

Segundo a publicação, a ideia se origina da noção de que o cérebro seja um computador biológico, com 100 bilhões de neurônios, que agem como redes de informação. A teoria foi levantada em 1996 e, desde então, os cientistas estudam a possibilidade. 

Os dois alegam que as experiências da consciência são resultado dos efeitos da gravidade quântica dentro dos microtúbulos. 
Experiência

Em uma EQM (Experiência de Quase-Morte), os microtúbulos perdem seu estado quântico, mas a informação dentro deles não é destruída. É como se “a alma não morresse, voltasse ao universo”. 

Hameroff explicou a teoria em um documentário narrado por Morgan Freeman, chamado “Through the Wormhole” (Através do Buraco de Minhoca), que foi levado ao ar recentemente pelo Science Channel, nos Estados Unidos.

“Vamos dizer que o coração pare de bater, o sangue pare de fluir, os microtúbulos percam seu estado quântico. A informação quântica dentro dos microtúbulos não é destruída; ela não pode ser destruída; ela simplesmente é distribuída e dissipada pelo universo“, disse o cientista.

Segundo ele, “se o paciente é ressuscitado, esta informação quântica pode voltar para os microtúbulos e o paciente passa por uma EQM”.

Texto retirado do site REDE PSI. 

OBS: Dica publicada pelos amigos do SIMESPE no Facebook: http://www.facebook.com/simespe.

I Simpósio Brasileiro de Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, em BH.

 I Simpósio Brasileiro de Sinalização de Cálcio: Bioquímica e Fisiologia Celulares, que ocorre de 03 a 05 de Outubro de 2012, é um evento voltado para os últimos avanços da ciência e tecnologia no estudo da sinalização de cálcio de organismos unicelulares aos multicelulares, passando pelas plantas, leveduras, protozoários até aos mamíferos. Nos seres humanos, os últimos avanços nas tecnologias para recuperação dos tecidos ósseos, hepáticos, cardíacos e neurais, desvendando as vias que controlam a proliferação e diferenciação celulares de células-tronco em tecidos específicos serão temas das principais palestras.

No Simpósio iremos dar início à formação da Sociedade Brasileira de Sinalização Celular (SBSC) e contamos com o apoio da European Calcium Society, FeSBE. SBFTE, SBTOX, SBFIS, SBBf, Clube das Purinas, dentre várias outras Sociedades brasileiras do Cell Communication and Signaling, o Journal oficial do Transduction Signaling Society, do qual sou editor.

Vários professores que darão palestras no Simpósio participarão como membros da Diretoria.

SBSC intende integrar e elaborar eventos, além de representar os interesses dos cientistas cujas pesquisas envolvem a sinalização dos diversos tipos celulares como, parasitos, bactérias, leveduras, vírus, insetos, células de mamíferos e seus processos fisiopatológicos.

No último dia do Simpósio será oficializada a SBSC.

Maiores informações: clique aqui.

I Simpósio Brasileiro de Eletrofisiologia Celular na UFMG, em BH.

Os programas de pós-graduação em Bioquímica e Imunologia e Fisiologia e Farmacologia da UFMG irão realizar o I Simpósio Brasileiro de Eletrofisiologia Celular, a ser realizado nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2012, no Centro de Atividades Didáticas (Av. Antônio Carlos, 6627, Pampulha).

O evento objetiva avaliar quais foram os avanços e quais são as principais dificuldades vivenciadas pela comunidade científica, a fim de traçar, de modo democrático e participativo, estratégias para o fortalecimento da eletrofisiologia no país e também para sua inserção no contexto internacional.

O Simpósio contará com palestras internacionais, incluindo a participação do Prof Dr. Bertil Hille (Department of Physiology and Biophysics – University of Washington – USA).

Mais informações: http://sbecel.com/ .

Texto recebido poe email pelo CRBIO 04.

Descoberta de proteína mutante aumenta chance de se curar leucemia.

Esperança para crianças e adolescentes com um dos tipos mais agressivos da leucemia. A boa notícia vem do interior de São Paulo. Os pesquisadores descobriram uma célula que tem uma reação, a qual os pesquisadores querem conhecer, com isso, desenvolver remédios que funcionam melhor no tratamento.

Rafael tem 2 anos e meio. Está no fim do tratamento contra a leucemia mas os pais ainda não estão tranquilos. “Preocupa muito sobre o que vai ser do futuro. A gente sabe que hoje ele não é mais uma criança doente, mas não sabemos até quando”, diz Tatiana Costa, mãe do Rafael.

A segurança que ele precisa pode estar em um laboratório. Ao analisar o sangue de pacientes com leucemia do tipo linfóide aguda, pesquisadores do Centro Boldrini de Campinas descobriram a mutação de uma substância apontada como uma das causas da doença.

No corpo humano existem várias proteínas na superfície das células. Em pessoas saudáveis, uma delas, chamada IL7R, estimula o desenvolvimento de moléculas que ativam o núcleo das células, fundamentais para nosso desenvolvimento. A descoberta mostra que, na pessoa com leucemia, essa proteína transformada provoca a multiplicação desordenada das moléculas. “A gente encontrou uma mutação em um gene que causa hiperativação daquela célula. Ela fica proliferando e não para nunca”, explica José Andrés Yunes, pesquisador do Centro Boldrini.

A pesquisa levou cinco anos para ser concluída e envolveu estudos na Holanda, Portugal, Estados Unidos e Brasil. Cerca de 200 crianças foram analisadas. “Essa mutação por si só não é responsável pelo câncer, mas o que nós identificamos é que ela pode estar ajudando ao surgimento da leucemia”, afirma a bióloga Priscila Zenatti.

A leucemia do tipo linfóide aguda é a forma mais comum de câncer entre crianças. atingindo um terço dos pacientes. Com a descoberta dessa proteína mutante, vai ser possível monitorar o tratamento dos doentes de forma mais precisa, o que aumenta as chances de cura. “A longo prazo, nós estamos tentando desenvolver anticorpos que reconhecem especificamente células portadoras da mutação de forma a minimizar os efeitos colaterais causados pela quimioterapia que reconhece de forma generalizada tanto as células doentes quanto as células normais”, acrescenta a bióloga Priscila Zenatti.

Aos 16 anos, Rangel está curado de uma leucemia, mas a cada três meses retorna ao hospital para ter certeza do diagnóstico. Para a mãe, a pesquisa pode reduzir o sofrimento de outras famílias. “É uma esperança muito grande para quem vai passar o que eu já passei com meu filho”, diz a mãe de Rangel.

“A esperança é grande ferramenta que os pais que a criança e nós, médicos, temos para enfrentar a questão da leucemia”, afirma Silva Brandalise, diretora do Centro Boldrini.

A expectativa é que a descoberta ajude a criar um novo medicamento para a doença em até cinco anos.

Texto retirado do site G1.

Cientistas criam bactéria E. coli sintética que combate infecções.

Biólogos de Cingapura projetaram uma bactéria sintética que detecta e destrói a Pseudomona aeruginosa, uma das principais causadoras das infecções hospitalares. Os cientistas, que publicaram seu trabalho nesta terça-feira (16/08) em Molecular Systems Biology, esperam que esta tecnologia sirva para desenvolver novos métodos para combater bactérias que são cada vez mais resistentes aos antibióticos.

Apesar de estudos anteriores, os cientistas demonstraram o potencial das bactérias criadas para tratar infecções, e esta é a primeira vez que uma destas bactérias sintéticas consegue detectar e eliminar um patogênico específico em um cultivo de laboratório, disse um dos autores, Matthew Wook Chang, da Universidade Tecnológica Nanyang de Cingapura. Segundo Chang, o próximo passo será experimentar em animais (“Único ponto que discordo” -Marilia), antes que se possam realizar testes clínicos com humanos. O tratamento poderia administrar-se em forma de pastilha ou de bebida probiótica.

A P. aeruginosa pode causar infecções respiratórias e gastrintestinais frequentemente letais em pacientes gravemente doentes e com o sistema imunológico fraco, sobretudo em hospitais. A bactéria é cada vez mais resistente aos antibióticos, o que torna mais urgente a necessidade de novos tratamentos, afirma o estudo. Para combatê-la, os pesquisadores desenvolveram uma variante da Escherichia coli, uma bactéria presente no intestino dos humanos, que combinada com partes da própria P. aeruginosa pode detectar e destruí-la.

A vantagem deste sistema em relação aos antibióticos é que permite prevenir as infecções, assinalaram os autores à Agência Efe. “Se nossas bactérias projetadas já estão presentes no intestino humano podem destruir os patógenos infecciosos enquanto penetram no intestino, inclusive antes que se produza uma infecção grave”, explicaram.

Texto retirado do site Terra.

Conheça e adote a Ecomedicina!!

Amigos,

Recebi pelo Twiter a matéria descrita abaixo e me apaixonei pela Ecomedicina, afinal, todos os nossos problemas de saúde estão diretamente relacionados com o ambiente onde vivemos. Inclusive o livro está a venda no Submarino com um preço super acessível (http://www.submarino.com.br/produto/1/21865662/?franq=302652).

Conheçam um pouco mais!

Marilia Escobar

Ecomedicina ou medicina ecológica é um movimento que vem surgindo nos Estados Unidos e Europa desde a década de 90. Entretanto, é possível encontrar suas raízes desde 1965, quando foi fundada a Academia Americana de Medicina Ambiental, justamente para entender melhor o impacto do meio ambiente na saúde. Situada em Wichita no estado do Kansas, ela oferece até hoje cursos de especialização nessa área. Entretanto segundo o médico norte-americano Andrew Weil, esse movimento cresceu mesmo a partir da década de 90, quando a consciência ambiental começou a aumentar em todo o mundo.

Vida contextualizada

A medicina ecológica parte do princípio que a saúde humana só pode ser entendida a partir da sua avaliação de um contexto que considere o ambiente onde o ser humano vive. Após o controle de muitas doenças endêmicas com medidas sanitárias e com a urbanização, os setores conservadores da medicina consideraram que as questões da saúde ligadas ao meio ambiente estavam resolvidas. Entretanto, o novo ambiente urbano trouxe novos riscos e fontes de doença aos seres humanos. Questões como a poluição, a contaminação de alimentos por resíduos químicos, e o próprio estresse gerado pela vida em grandes cidades, se tornaram sérios problemas de saúde pública.

E pior, alguns vetores e microorganismos estão se adaptando aos ambientes urbanos trazendo de volta as ameaças de epidemia, como o caso da infestação por Aedes aegypti que observamos nas cidades brasileiras.

Relação entre câncer e meio ambiente

A medicina ecológica sustenta, por exemplo, que há um aumento da incidência de câncer, em especial de mama e próstata, devido ao aumento de resíduos tóxicos no meio ambiente, tese que não é aceita pela maioria dos oncologistas. Muitos poluentes ambientais possuem capacidade de se ligar a receptores hormonais e, com isso, estimular o crescimento de células cancerosas. Outros resíduos causam uma redução da eficiência do sistema imunológico em identificar e reduzir células cancerosas.

Possuindo princípios relativamente simples a medicina ecológica re-introduz conceitos importantes para melhorar a qualidade da medicina e mudar seus paradigmas. O primeiro desses conceitos é o da indivisibilidade (tanto do ser humano em partes como do individuo e meio onde ele vive), sustentando que a tendência reducionista da medicina precisa ser revista. Não é possível estudar as doenças a partir de uma ótica limitada. A medicina ecológica preconiza que a doença precisa ser entendida sob todos seus aspectos, inclusive os ambientais e os psicoemocionais. Assim os médicos deveriam ampliar sua visão e seu interesse para estar de acordo com as novas tendências da ciência mundial.

Interferência mínima com dano mínimo

Outros conceitos interessantes trazidos pela medicina ecológica que são carentes na medicina convencional é o princípio da interferência mínima com dano mínimo (“soft health care with no harm”). Hipócrates pai da medicina já frisava a importância de evitar o máximo os danos feitos ao paciente: “Primo no nocere” (em primeiro lugar não causar dano ao paciente) é um dos seus ensinamentos básicos.

Assim a medicina ecológica, apesar de não defender especificamente nenhuma linha de pensamento médico, sustenta que as medicinas complementares, que são menos invasivas, e passíveis de causar dano, devam ser as primeiras estratégias a serem implementadas. Caso não sejam eficientes, ou na dependência da gravidade e necessidade do doente, caberia então uma medida mais invasiva, como as da medicina convencional. Por isso, é recomendado que o sistema primário de saúde ofereça preferencialmente medicinas complementares como acupuntura, homeopatia, osteopatia e fitoterapia.

Medicina ecológica valoriza muito alimentação e digestão

A medicina ecológica valoriza muito a alimentação e a digestão. Afinal a alimentação é uma das principais interações entre o organismo e o meio ambiente. Por isso preocupa-se muito mais com a qualidade dos alimentos, e em ofertar uma alimentação mais rica e farta em nutrientes essenciais. Assim a proposta é cuidar muito da alimentação mesmo no indivíduo saudável.

Nesse contexto a medicina ecológica valoriza muito um tema constantemente desprezado pela medicina convencional, que é a eficiência do funcionamento do fígado. O fígado possui um sistema de enzimas que detoxifica as substâncias tóxicas que entram no organismo. Existem novos estudos que mostram que vários extratos de plantas e vitaminas podem melhorar a eficiência desse sistema, com isso protegendo mais o organismo contra as toxinas do meio ambiente.

Quem estuda a medicina ecológica – assim como eu – acredita que as mudanças no clima e no meio ambiente que ocorrerão nos próximos anos vão ser marcantes e trazer muito a atenção da sociedade para esse tipo de pensamento médico.

Por Alex Botsaris, clínico geral, autor de onze livros, entre eles o recém-lançado Medicina Ecológica.

Texto retirado do site Alex Botsaria (http://www.alexbotsaris.com.br/).

17º Congresso Brasileiro de Toxicologia

A Comissão Organizadora do XVII Congresso Brasileiro de Toxicologia tem o prazer de convidá-lo a participar do evento mais importante do Brasil na área de Toxicologia.

O congresso será realizado entre os dias 22 e 25 de junho de 2011, no Centro de Convenções de Ribeirão Preto, SP, Brasil. A cidade de Ribeirão Preto se destaca como um centro científico, tecnológico e cultural no nordeste do Estado de São Paulo e durante o evento, os participantes também poderão desfrutar dos atrativos da cidade, que possui a infra-estrutura das grandes cidades, mas com a hospitalidade do interior paulista. O local do congresso oferece um amplo espaço capaz de abrigar confortavelmente os participantes.

O tema central do evento será “A Toxicologia em uma economia emergente: os desafios para um mundo sustentável”. Assim, esta edição irá tratar do papel das diversas áreas da Toxicologia no desenvolvimento sustentável do mundo moderno. Para tanto diversos temas serão abordados como nanotoxicologia, novos biomarcadores, Toxicogenômica e epigenética. Além destes, temas tradicionais da área serão também abordados como Toxicologia Clínica, Forense, Ocupacional, Ambiental, entre outros.

Este evento será realizado pela Sociedade Brasileira de Toxicologia, que há mais de 30 anos trabalha de forma árdua para o desenvolvimento da área, visando principalmente à prevenção de intoxicações nos diversos cenários de exposição.

Renomados profissionais da área, tanto brasileiros quanto estrangeiros participarão do evento como palestrantes, propiciando uma atmosfera científica rica para congregar as diferentes áreas da Toxicologia.

Mais informações: www.cbtox.com.br/2011 .

Texto recebido pelo CRBio 04.

Published in: on 14/04/2011 at 21:32  Deixe um comentário  

Você sabia que existem bactérias que produzem plástico?

Sacos de supermercado, garrafas de refrigerante, vasilhas e brinquedos são só alguns dos incontáveis objetos que podem ser feitos de plástico. E quem aí sabe qual é a matéria-prima desse material? Se alguém respondeu petróleo, acertou em parte…


Há um plástico diferente que é produzido por bactérias. Ele é biodegradável – ou seja, decompõe com grande facilidade, desaparecendo do meio ambiente em cerca de doze meses: tempo muito menor do que o plástico convencional, que pode levar centenas de anos para ser decomposto.

O plástico biodegradável é feito de polihidroxialcanoatos. O nome é tão difícil de pronunciar que os pesquisadores usam a sigla PHAs para facilitar. Mas o que é são os PHAs? São moléculas produzidas por inúmeros micro-organismos. Ela produz essas moléculas em seu interior na forma de grânulos e as utiliza como fonte energética.

Manipulados pelos cientistas, os PHAs adquirem propriedades similares às do plástico convencional.

O plástico biodegradável tem muitas utilidades: pode ser usado na fabricação de embalagens para produtos de limpeza, higiene, cosméticos e medicamentos, entre outros. Na área médica, o bioplástico serve também para fazer fios de sutura, próteses ósseas e cápsulas – que, inseridas debaixo da pele, liberam gradualmente medicamentos na corrente sanguínea.

A grande vantagem do plástico biodegradável é reduzir a poluição do meio ambiente. Enquanto o plástico comum depende de uma fonte que pode acabar (o petróleo) e se acumula, sujando rios, lagos e terrenos, o bioplástico desaparece da natureza com rapidez e é produzido a partir de uma fonte, as bactérias, que se desenvolve com facilidade. Você acha, então, que o plástico biodegradável é um aliado na preservação ambiental? Nós achamos que sim!

Texto retirado do jornal O Tempo.

%d blogueiros gostam disto: